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Arte Digital

2010-11-15 21:29:18
comentários (2668) galardões descrição exif favorita de (931)
descrição
27 Setembro … quase 1 da matina
Penduravam-se quadros e suspendiam-se telas da EXPO Jet no Atrium Saldanha.
O pessoal da Lancia fazia um carro descer degraus e montava o respectivo stand.
O Prof. Costa Campos do Teatro Nacional de S. Carlos e alguns dos seus alunos, faziam o checksound da actuação que iriam ter na 5ª feira seguinte. Alguns trechos ecoaram no silêncio atarefado da noite, entre os quais o inesquecível My Way.
Do original “Comme d’habitude” de Claude François, foi sobretudo na versão My Way, escrita por Paul Anka e interpretada por Sinatra que atingiu grande notoriedade.
Outras versões deste tema se seguiram, nomeadamente interpretações de Elvis Presley, Nina Simone, Shirley Bassey, Robbie Williams, U2, Shane MacGowan e muitos mais, mas a minha memória parou na fabulosa versão de Nina Hagen.
Enquanto decorria a montagem da EXPO, vários temas de Nina Hagen bailaram nas minhas recordações… além de My Way, também New York e sobretudo African Reggae do álbum Unbehagen.

28 Setembro… final de tarde
Hora de ponta no exterior do Atrium!
Tempo de pausa, de aspirar um ar e um fumo de cigarro… para o Jet que ia entretanto começar a palestra “Tendências, Estilo e Design” … para as meninas da Agencia Maxmodel que tinham terminado o desfile… um olhar, um sorriso, um click e a Cátia personificou o African Reggae… o link estava feito, casuisticamente obra do destino.

Minutos depois falava (entre muitos outros temas) da importância da personalização da arte (nas suas mais variadas formas) nas sociedades do futuro; da reciprocidade autor/utente na definição da obra sem que isso signifique desprestígio para o artista, mas sim um elevar da sua capacidade criativa; do crucial processo de análise/síntese e posterior extrapolação das características de qualquer situação, seja ela um super processo de urbanismo, ou um complexo ser humano a ser fotografado… cada caso é um caso, e os métodos de standardização quase nunca são compatíveis com as características individuais dos “temas”.
Cada indivíduo ou cada situação têm as suas características próprias, uma identidade específica que é a base de qualquer abordagem… cabe ao artista essa consciencialização, bem como todo o processo de desenvolvimento, potencialização e expressão… só assim a arte pode ser “útil”, só assim pode fazer sentido.
A massificação de métodos e processos, e a (in)cultura que políticos (e não só) gostam de promover, são formas de formatação de mentes… bastante convenientes.
Ignorar o passado (leia-se background de informações) é um erro, ficar preso nesse passado é um absurdo e uma estagnação. Não correr riscos (neste caso estéticos) é um processo de anti-cultura que apenas serve os fracos de espírito, os senhores de um comodismo que preferem a lama ao desbravar dos verdes campos circundantes… e essa forma estática de estar nas situações é verdadeira droga deste Mundo em crise.
Não há verdades absolutas nem temas intocáveis… Zappa fê-lo consigo próprio usando a xenocronia, Cássia Eller intensificou o que já de si era muito bom, Nina Hagen idem… haja coragem e engenho, não é para quem quer, é para quem pode.

Get up, stand up for the black revolution
For the revolution of the revolution
Get up, stand up!
… /…

Uma palavra final de agradecimento para o incansável João Mouta da Lancia, para os responsáveis do Atrium Saldanha, para a simpatia da Cátia Medina e restante pessoal da Maxmodel e para todos os que estiveram comigo e/ou que me enviaram mensagens de apoio.
exif / informação técnica
Máquina: Canon
Modelo: Canon EOS 550D
Exposição: 1/60
Abertura: f/5.6
ISO: 400
MeteringMode: Spot
Flash: Não
Dist.Focal: 55 mm

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27 Setembro … quase 1 da matina
Penduravam-se quadros e suspendiam-se telas da EXPO Jet no Atrium Saldanha.
O pessoal da Lancia fazia um carro descer degraus e montava o respectivo stand.
O Prof. Costa Campos do Teatro Nacional de S. Carlos e alguns dos seus alunos, faziam o checksound da actuação que iriam ter na 5ª feira seguinte. Alguns trechos ecoaram no silêncio atarefado da noite, entre os quais o inesquecível My Way.
Do original “Comme d’habitude” de Claude François, foi sobretudo na versão My Way, escrita por Paul Anka e interpretada por Sinatra que atingiu grande notoriedade.
Outras versões deste tema se seguiram, nomeadamente interpretações de Elvis Presley, Nina Simone, Shirley Bassey, Robbie Williams, U2, Shane MacGowan e muitos mais, mas a minha memória parou na fabulosa versão de Nina Hagen.
Enquanto decorria a montagem da EXPO, vários temas de Nina Hagen bailaram nas minhas recordações… além de My Way, também New York e sobretudo African Reggae do álbum Unbehagen.

28 Setembro… final de tarde
Hora de ponta no exterior do Atrium!
Tempo de pausa, de aspirar um ar e um fumo de cigarro… para o Jet que ia entretanto começar a palestra “Tendências, Estilo e Design” … para as meninas da Agencia Maxmodel que tinham terminado o desfile… um olhar, um sorriso, um click e a Cátia personificou o African Reggae… o link estava feito, casuisticamente obra do destino.

Minutos depois falava (entre muitos outros temas) da importância da personalização da arte (nas suas mais variadas formas) nas sociedades do futuro; da reciprocidade autor/utente na definição da obra sem que isso signifique desprestígio para o artista, mas sim um elevar da sua capacidade criativa; do crucial processo de análise/síntese e posterior extrapolação das características de qualquer situação, seja ela um super processo de urbanismo, ou um complexo ser humano a ser fotografado… cada caso é um caso, e os métodos de standardização quase nunca são compatíveis com as características individuais dos “temas”.
Cada indivíduo ou cada situação têm as suas características próprias, uma identidade específica que é a base de qualquer abordagem… cabe ao artista essa consciencialização, bem como todo o processo de desenvolvimento, potencialização e expressão… só assim a arte pode ser “útil”, só assim pode fazer sentido.
A massificação de métodos e processos, e a (in)cultura que políticos (e não só) gostam de promover, são formas de formatação de mentes… bastante convenientes.
Ignorar o passado (leia-se background de informações) é um erro, ficar preso nesse passado é um absurdo e uma estagnação. Não correr riscos (neste caso estéticos) é um processo de anti-cultura que apenas serve os fracos de espírito, os senhores de um comodismo que preferem a lama ao desbravar dos verdes campos circundantes… e essa forma estática de estar nas situações é verdadeira droga deste Mundo em crise.
Não há verdades absolutas nem temas intocáveis… Zappa fê-lo consigo próprio usando a xenocronia, Cássia Eller intensificou o que já de si era muito bom, Nina Hagen idem… haja coragem e engenho, não é para quem quer, é para quem pode.

Get up, stand up for the black revolution
For the revolution of the revolution
Get up, stand up!
… /…

Uma palavra final de agradecimento para o incansável João Mouta da Lancia, para os responsáveis do Atrium Saldanha, para a simpatia da Cátia Medina e restante pessoal da Maxmodel e para todos os que estiveram comigo e/ou que me enviaram mensagens de apoio.
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