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[ Olhos De Folha Minha - O Livro - Cíntia Thomé ]

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Outros

2008-04-13 21:40:23
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Comentário de OLYMPIO DE AZEVEDO (Escritor e Jornalista, Salvador, BA) sobre a capa do livro: "Para você que conhece até onde a lente pode captar a idéia, e para a outra que domina a sensibilidade das cores, quero parabeniza-las pela criação, harmonia e beleza da capa do livro Olhos de Folha Minha, da poeta Cintia Thomé. A textura do trabalho na combinação do vermelho, cinza e verde tem toque de mestras. Posso garantir foi a única capa que parei para observar e encontrei a sensação de ser viva, assim como, os olhos e a poesia da Cintia.
Magnifica obra de Arte!

Olympio de Azevedo " _ Obrigada, Olympio pelo seu elogio.



Autora da Capa do Livro "Olhos De Folha Minha" por NãoSouEuéaOutra. Projecto iniciado em Outubro de 2007. Trabalho criado apartir de uma série de fotografias sobre folhas que fotografei, seguindo-se depois a feitura de uma folha em 3D e posterior textura da mesma folha.

Lançamento do livro ocorreu no dia 11 de Abril de 2008.

CÍNTIA THOMÉ, nascida em Campinas, SP. Formada em Jornalismo (Casper Líbero - São Paulo/SP), Relações Públicas e Publicidade (PUCC - Campinas/SP) e em Pedagogia. Professora universitária em Comunicação Social. Trabalhou no jornal Diário do Povo de Campinas. Foi jornalista responsável pelo house-organ da Cia. Leco de Produtos Alimentícios. Durante dez anos exerceu o cargo de Assessora de Imprensa e Relações Públicas (concursada) do Instituto Agronômico de Campinas e da Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo - por dois anos. Trabalhou como “free” na Editora Abril e Revista Claudia. Ganhadora do Maior Prêmio pelo trabalho jornalístico sobre “Duque de Caxias e Integração Nacional” do Exército Brasileiro, em 1972. Recebeu entre outros, o Prêmio “Raimundo Corrêa”, novos Poetas Brasileiros, com a Poesia “Receita”, do Rio de Janeiro, RJ, e o Prêmio Brasiliense com a Poesia “Até Onde”. Participou de inúmeras Antologias Poéticas.

Na cidade de Ribeirão Preto, SP, através de sua Galeria de Arte, sua segunda paixão, tendo estudado com o professor italiano, crítico de Arte, Pedro Manuel Gismondi divulgou trabalhos de artistas nacionais com exposições e montagens da Geração 70 e 80, participando ativamente do mercado e do mundo das artes no eixo Rio-São Paulo, por quinze anos.

Hoje, a jornalista e poetisa, participa ativamente no campo jornalístico de sites de cultura e das artes plásticas, e proferindo palestras sobre História da Arte Brasileira em Pontos de Cultura, eventos culturais e empresas e dedicando seu tempo ao estudo da Poesia nacional e estrangeira e das artes plásticas e ainda escrevendo um romance autobiográfico a ser lançado no próximo ano.

Alguns comentários de Jornalistas, escritores, compositores e literatos.


* FERNANDO SOARES (Jornalista, Rio de Janeiro, RJ). Cíntia. Sem o menor exagero, você é das maiores figuras vivas da poesia brasileira. E, olha... Eu conheço. Conheço bem, embora esteja muito mais voltado para os portugueses, com ênfase em Pessoa, Camões e Guerra Junqueiro. Aqui no Brasil, depois que a Cecília Meireles se foi. Bem, agora temos você!

* OLYMPIO DE AZEVEDO (Escritor e Jornalista, Salvador, BA). Olhos de Folha Minha da poetisa Cíntia Thomé, tem todas as cores e luzes de um arco íris de sentimentos e reflexos orgânicos, que a natureza inteligente pode induzir para o literário. O livro de Poemas da autora é uma identidade que preserva passagens estreitas da vida plural. Bico de pena em todas as direções, até onde a tinta e a cor possam alcançar o imaginário belo.

* FRANCINNE AMARANTE (Jornalista Balaio Cultural TV)A poesia de Cíntia é de uma delicadeza que emociona, revela ao leitor um universo imagético feminino, onde a utopia e a realidade se complementam. Seus versos se renovam em sensações e as palavras ecoam vida, beleza e intensidade.Certamente uma leitura prazerosa e imperdível!

* ADROALDO BAUER (Escritor e Jornalista, Porto Alegre, RS)"...De uma sereia do mar uma estrela de bondade ímpar por boa alma subida ao céu e de lá me olha, com Olhos de Folha Minha, que um poeta lhe deu E só continuo a pensar, como encontrarei Morpheu, que uma deusa do sono não há e me obriga a madrugar e escapar dessa perda diária dos sentidos, a repousante quase-morte da razão, que nos resta sonhar..."

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Comentário de OLYMPIO DE AZEVEDO (Escritor e Jornalista, Salvador, BA) sobre a capa do livro: "Para você que conhece até onde a lente pode captar a idéia, e para a outra que domina a sensibilidade das cores, quero parabeniza-las pela criação, harmonia e beleza da capa do livro Olhos de Folha Minha, da poeta Cintia Thomé. A textura do trabalho na combinação do vermelho, cinza e verde tem toque de mestras. Posso garantir foi a única capa que parei para observar e encontrei a sensação de ser viva, assim como, os olhos e a poesia da Cintia.
Magnifica obra de Arte!

Olympio de Azevedo " _ Obrigada, Olympio pelo seu elogio.



Autora da Capa do Livro "Olhos De Folha Minha" por NãoSouEuéaOutra. Projecto iniciado em Outubro de 2007. Trabalho criado apartir de uma série de fotografias sobre folhas que fotografei, seguindo-se depois a feitura de uma folha em 3D e posterior textura da mesma folha.

Lançamento do livro ocorreu no dia 11 de Abril de 2008.

CÍNTIA THOMÉ, nascida em Campinas, SP. Formada em Jornalismo (Casper Líbero - São Paulo/SP), Relações Públicas e Publicidade (PUCC - Campinas/SP) e em Pedagogia. Professora universitária em Comunicação Social. Trabalhou no jornal Diário do Povo de Campinas. Foi jornalista responsável pelo house-organ da Cia. Leco de Produtos Alimentícios. Durante dez anos exerceu o cargo de Assessora de Imprensa e Relações Públicas (concursada) do Instituto Agronômico de Campinas e da Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo - por dois anos. Trabalhou como “free” na Editora Abril e Revista Claudia. Ganhadora do Maior Prêmio pelo trabalho jornalístico sobre “Duque de Caxias e Integração Nacional” do Exército Brasileiro, em 1972. Recebeu entre outros, o Prêmio “Raimundo Corrêa”, novos Poetas Brasileiros, com a Poesia “Receita”, do Rio de Janeiro, RJ, e o Prêmio Brasiliense com a Poesia “Até Onde”. Participou de inúmeras Antologias Poéticas.

Na cidade de Ribeirão Preto, SP, através de sua Galeria de Arte, sua segunda paixão, tendo estudado com o professor italiano, crítico de Arte, Pedro Manuel Gismondi divulgou trabalhos de artistas nacionais com exposições e montagens da Geração 70 e 80, participando ativamente do mercado e do mundo das artes no eixo Rio-São Paulo, por quinze anos.

Hoje, a jornalista e poetisa, participa ativamente no campo jornalístico de sites de cultura e das artes plásticas, e proferindo palestras sobre História da Arte Brasileira em Pontos de Cultura, eventos culturais e empresas e dedicando seu tempo ao estudo da Poesia nacional e estrangeira e das artes plásticas e ainda escrevendo um romance autobiográfico a ser lançado no próximo ano.

Alguns comentários de Jornalistas, escritores, compositores e literatos.


* FERNANDO SOARES (Jornalista, Rio de Janeiro, RJ). Cíntia. Sem o menor exagero, você é das maiores figuras vivas da poesia brasileira. E, olha... Eu conheço. Conheço bem, embora esteja muito mais voltado para os portugueses, com ênfase em Pessoa, Camões e Guerra Junqueiro. Aqui no Brasil, depois que a Cecília Meireles se foi. Bem, agora temos você!

* OLYMPIO DE AZEVEDO (Escritor e Jornalista, Salvador, BA). Olhos de Folha Minha da poetisa Cíntia Thomé, tem todas as cores e luzes de um arco íris de sentimentos e reflexos orgânicos, que a natureza inteligente pode induzir para o literário. O livro de Poemas da autora é uma identidade que preserva passagens estreitas da vida plural. Bico de pena em todas as direções, até onde a tinta e a cor possam alcançar o imaginário belo.

* FRANCINNE AMARANTE (Jornalista Balaio Cultural TV)A poesia de Cíntia é de uma delicadeza que emociona, revela ao leitor um universo imagético feminino, onde a utopia e a realidade se complementam. Seus versos se renovam em sensações e as palavras ecoam vida, beleza e intensidade.Certamente uma leitura prazerosa e imperdível!

* ADROALDO BAUER (Escritor e Jornalista, Porto Alegre, RS)"...De uma sereia do mar uma estrela de bondade ímpar por boa alma subida ao céu e de lá me olha, com Olhos de Folha Minha, que um poeta lhe deu E só continuo a pensar, como encontrarei Morpheu, que uma deusa do sono não há e me obriga a madrugar e escapar dessa perda diária dos sentidos, a repousante quase-morte da razão, que nos resta sonhar..."

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