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A última ascensão!

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A última ascensão!
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A última ascensão!

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2011-09-05 22:42:46
comentários (152) galardões descrição exif favorita de (62)
descrição
Com que então queres subir

Mas vais ter que bem tudo polir

Antes de partir

E é melhor ser a abrir

Vá lá e aderir

Para a tua influência fluir

É de convir

Que para adquirir

Tal colorir

É importante munir

Mentir

E sobretudo ferir

O que de mais querido servir

Era melhor ter onde apenas dormir

Ou então sumir

Vais ter que admitir

Que a punir

Dá mais para progredir

Sem colidir

E sem nunca assumir

Mas sempre a sorrir

Também a grunhir

E ganir

Ou latir

Para existir

E excluir

Reinar e dividir

À volta demolir

Pouco deduzir

Muito pouco gerir

Sempre a fugir

E impedir

Para muito possuir

Sem nunca permitir

Os outros construir

Nós a coagir

Para reunir

E tudo investir

A confundir

Sem contribuir

Para os outros inserir

Os olhos franzir

Muito o mal aplaudir

E repetir

Erguer e distinguir

Nem que para isso a destruir

Mas assim a travestir

Dissuadir

Ao bem resistir

Mas vou advertir

Que deves cair

Rapidamente falir

Sem aos mais novos transmitir

Nem ter tempo para redescobrir

E simplesmente ir...





Poema da minha autoria para recordar que para a ascensão é necessário polir bem as escadas se não os pés ficam presos a cada degrau e a subida é demasiado lenta!!!

Mais um momento e último da série ascensão na praia de Odeceixe, com a máquina de férias!

Modelo: Anabela



http://www.fineart-portugal.com/photo/28061/a_última_ascensão
exif / informação técnica
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A última ascensão!
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Mas vais ter que bem tudo polir

Antes de partir

E é melhor ser a abrir

Vá lá e aderir

Para a tua influência fluir

É de convir

Que para adquirir

Tal colorir

É importante munir

Mentir

E sobretudo ferir

O que de mais querido servir

Era melhor ter onde apenas dormir

Ou então sumir

Vais ter que admitir

Que a punir

Dá mais para progredir

Sem colidir

E sem nunca assumir

Mas sempre a sorrir

Também a grunhir

E ganir

Ou latir

Para existir

E excluir

Reinar e dividir

À volta demolir

Pouco deduzir

Muito pouco gerir

Sempre a fugir

E impedir

Para muito possuir

Sem nunca permitir

Os outros construir

Nós a coagir

Para reunir

E tudo investir

A confundir

Sem contribuir

Para os outros inserir

Os olhos franzir

Muito o mal aplaudir

E repetir

Erguer e distinguir

Nem que para isso a destruir

Mas assim a travestir

Dissuadir

Ao bem resistir

Mas vou advertir

Que deves cair

Rapidamente falir

Sem aos mais novos transmitir

Nem ter tempo para redescobrir

E simplesmente ir...





Poema da minha autoria para recordar que para a ascensão é necessário polir bem as escadas se não os pés ficam presos a cada degrau e a subida é demasiado lenta!!!

Mais um momento e último da série ascensão na praia de Odeceixe, com a máquina de férias!

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