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Arte Digital/Awaken II (1. Triangulo das Barbudas)
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Arte Digital/Awaken II (1. Triangulo das Barbudas)
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Awaken II (1. Triangulo das Barbudas)

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Arte Digital

2009-03-23 21:21:12
comentários (1885) galardões descrição exif favorita de (515)
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INTRODUÇÃO
Awaken – Volume II inicia-se aqui. Esta série de mais 11 episódios irá manter o mesmo tipo de abordagem tendo como foco o comportamento do ser humano, desta vez visto por um prisma mais “dark”… digamos que do lado do Anticristo. Qualquer conotação política, religiosa ou outra será mera coincidência, sendo a independência de conceitos estabelecidos um padrão. Sentem-se, apertem os cintos e viagem… é grátis e não tem que ser triste!

TRIANGULO DAS BERMUDAS
O Triangulo das Bermudas é uma área no Oceano Atlântico onde a lenda afirma que muitos navios, aviões e pessoas desapareceram. Também conhecido como o Triângulo do Diabo, é limitado por Melbourne (Florida), Bermudas e Porto Rico. O nome de "The Deadly Bermuda Triangle" foi dado por Vincent Gaddis em Fevereiro de 1964 na Argosy, uma revista de ficção. Howard Rosenberg afirma que em 1973 a Guarda Costeira dos EUA respondeu a mais de 8.000 pedidos de ajuda na área e que mais de 50 navios e 20 aviões se perderam na zona, durante o ultimo século.
Várias teorias tentam explicar o mistério dos aviões e navios desaparecidos. Extraterrestres, resíduos de cristais da Atlântida, humanos com armas anti-gravidade ou outras tecnologias esquisitas, vórtices da quarta dimensão, estão entre os favoritos dos escritores de fantasias. Campos magnéticos estranhos, flatulências oceânicas (gás metano do fundo do oceano) são os favoritos dos mais técnicos. O tempo (tempestades, furacões, tsunamis, terramotos, ondas, correntes, etc.) azar, piratas, cargas explosivas, navegantes incompetentes e outras causas naturais e humanas são as favoritas entre os investigadores cépticos.
Ao longo dos anos têm sido publicadas muitas histórias sobre os "mistérios" do Triângulo das  Bermudas. No seu estudo, Larry Kushe descobriu que poucos investigaram sobre o assunto. Em vez disso, passaram as especulações como se fossem a verdade pura. Ninguém fez mais para criar o mito das forças misteriosa no Triângulo do que Charles Berlitz. No entanto, Krushe, após examinar mais de 400 páginas oficiais da Marinha dos EUA no relatório sobre o desaparecimento dos aviões em 1945, concluiu que nada havia de estranho no incidente, nem encontrou qualquer menção de alegadas comunicações rádio citadas por Berlitz no seu livro.
Até agora, não foi apresentada nenhuma prova científica de qualquer fenómeno invulgar envolvido nos desaparecimentos. O verdadeiro mistério é como o Triangulo das Bermudas se tornou um mistério.
Em resumo, o mistério do Triangulo das Bermudas é uma criação de autores acríticos e órgãos de comunicação que passam a ideia especulativa de que algo misterioso se passa no Atlântico.

OS ILLUMINATI
“O que sabemos sobre as sociedades secretas é o que elas permitem que saibamos, pois nessas organizações apenas os filiados têm conhecimento das suas íntimas actividades. É obvio que se um segredo deve ser guardado, ele não será revelado e ficará confinado no mais íntimo refúgio daqueles a quem foi confiado”.
Como diria Pitágoras: “Se o que tens a dizer não é mais belo que o silêncio, então cala-te”... parece drástico, mas o eterno emudecer não leva o mundo a nada e ficamos num vácuo de ignorância. O que podemos fazer é seguir os rastos históricos e as especulações lógicas, e assim vamos desvendando o possível sob essa cortina escura que são os caminhos mal encobertos do ocultismo. Não há também segredos que durem para sempre e não é impossível achar os que têm as bocas sempre abertas afim de relatarem factos, simbologias, rituais. Hoje com a democracia de informações também existem meios para seguir os percursos sinuosos das Ordens, analisando os cursos e os feitos históricos de cada Ordem e suas interligações.
Sabemos que um dos principais métodos usados pelas sociedades secretas são as suas simbologias e rituais. Símbolos são vastamente divulgados em qualquer delas, inclusive na mais ramificada que é a maçonaria, com as suas colunas osíricas, pirâmides luciféricas e o olho que tudo vê, podendo ser observado em plantas de grandes capitais como Washington ou até mesmo Brasília. A primeira com a sua triangulação de poderes e a segunda com a ave Sefiroth.
Também na nota de 1 dollar a simbologia está bem patente. Por cima da pirâmide consta a frase em latim “Annuit Coeptis” (ele tem favorecido os nossos empreendimentos, provavelmente Lúcifer, o arquitecto, o olho-que-tudo vê). O olho significaria também uma alegoria à capacidade deles estarem simultaneamente em todo o lado (por exemplo com sistemas de escuta, sistema echelon, etc.). Abaixo da pirâmide pode ler-se “ Novus Ordo Seclorum” (a nova ordem dos séculos) ou seja A Nova Ordem Mundial.
A pirâmide é dividida em duas e formada por de 72 blocos de pedra. Alguns dizem que seriam os 72 degraus da escada de Jacob, relacionando-se assim com o judaísmo e a tradição cabalística. Por outro lado, a pirâmide não está terminada, o que poderia ler-se como uma chamada de atenção para o futuro (Eles iriam fazer algo mais).

As sociedades secretas, historicamente falando, lançam os seus pesados ramos de influência em todos os patamares sociais, quer na Política, Economia, Imprensa, Indústria, etc. Os seus influentes representantes já se sentaram até no mais cobiçado trono de poder, como é o caso de três presidentes dos Estados Unidos (Skull & Bones). Não se está longe da verdade quando são chamados de “Os Donos do Mundo”.
Quais e quantas sociedades existem ou já existiram? Onde e como actuam? Quem são e o que pretendem? São questões inquietantes. Falar de todas ao mesmo tempo conduziria a uma complicada teia de informações, que daria muito mais o tom de fanatismo ou loucura especulativa. Sendo assim, o melhor é procurar desvendar os mistérios e simbologias passo a passo, percorrendo a história e tentando localizar as mais importantes.

Os Illuminatus, proveniente do latim “Iluminados”, cujo nome foi usado pelos “Irmãos do Espírito Livre”, consta do século 14. Há registros do nome em 1492 e julgava-se ter sua fonte em Itália. Dos seus líderes mais antigos, Beata de Piedrahita, 1511, Salamanca – Espanha, salva da inquisição por figuras influentes, afirmava que conversava com Jesus e a Virgem Maria.
Em 1634, os Illuminés começaram as suas actividades na região francesa de Picardie, quando Pierce Guérim se aliou ao secreto movimento iluminado. Em 1722, outro grupo actuou no sul de França e perdurou até 1794, ligados aos French Prophets, um ramo dos Camisards.
Os Martinistas Franceses, grupo fundado em 1754 por Martinez Pasqualis receberam o título de Illuminati, assim como os Martinistas Russos, chefiados pelo professor Schwartz em Moscovo (1790). Ambos os grupos eram cabalistas, ocultistas e alegoristas, absorvendo as ideias de Jakob Boehme e Emanuel Swedenborg.
Na Alemanha, um movimento de curta duração de republicanos livre-pensadores, chamados de Os Verdadeiros Illuminati, era um ramo mais radical cujos seguidores se autodenominavam Perfeccionistas. Foi fundado a 1 de Maio de 1776 pelo professor de lei canónica Adam Weishaupt e pelo barão Adolph Von Knigge em Ingolstadt, Baviera. O nome original era Ordem Illuminate ou Illuminati Bávaros. Após a sucessão de Maximiliano José III, de Wittelsbash, por Carl Theodor em 1777, a Ordem foi suprimida. Em 1784 foram banidos pelo governo bávaro.
Durante sua existência, muitos de seus filiados foram influentes políticos progressistas, a maioria maçons e ex-maçons. Além de juras de obediência aos superiores eram divididos em 3 classes: 1. Berçário: graus ascendentes ou ofício de Preparação, Noviciato, Minerval e Illuminatus Minor; 2. Maçonaria: grau ascendente de Illuminatus (Cavaleiro Escocês); 3. Mistérios Menores (presbíteros e regentes) e Mistérios Maiores (Magnus e Rex). Em 1780 os Illuminati estavam ligados à Loja Maçónica em Munique e Freising e havia ramos em vários países europeus.
Pessoas famosas como Goëthe e Herder, os duques de Gotha e Weimar, comungavam com as suas ideias – uma doutrina baseada numa mistura de misticismo islâmico (Sufistas), dos segredos maçónicos e da disciplina mental do Hatha Yoga. Para alcançar o estado iluminado da mente os integrantes usavam drogas leves como o haxixe.
Apesar da sua curta actuação na Baviera, participaram intensamente da história europeia. O envolvimento em conspirações ofuscou sua imagem. O Abade Augustin Barruél, no seu livro “Memórias ilustrativas da história do Jacobismo” (1797), afirma que a Revolução Francesa foi planejada e controlada pelos Illuminati por meio dos Jacobinos. Na mesmo linha, o maçon John Robinson publicou “Provas de uma conspiração contra todas as religiões e governos da Europa”, 1798 – uma teoria de que havia uma conspiração dos Illuminati para substituir todas as religiões e nações sobre um único governo mundial.

Na América, uma facção ramificada dos Illuminatis parece ser a ordem Skull and Bones, essa ‘Fraternidade da Morte’, constituída exclusivamente por homens brancos, protestantes maçons e oriundos de famílias ricas e que tem como símbolo uma caveira sobre dois ossos cruzados acima do secreto número 322. Fundada em 1833 na Univ. de Yale, Connecticut, por William Russell e Aphonso Taft, é recheada de grandes nomes e corporações financeiras e dos mídias. Há entre os bonesmen nomes como Samuel Russell (Associação Russel Trust), William Howard Taft (presidente dos EUA), Prescott Bush (Brown Harriman & Co.), George H. Walker Bush (presidente dos EUA) e George Walker Bush (presidente dos EUA), John B. Madden Jr. (Brown Harriman & Co.), Harriman (Wall Street), Rockfeller, Payne, John Kerry (Democrata), Briton Hadden e Henry Robinson Luce (Revista Time), e muitos outros poderosos. A escolha do novo membro é apenas um toque no ombro seguido de um baptismo nu dentro de um caixão na “Tumba”, denominação da torre Weir Hall.
Robert Gillete alega que outra ordem americana, a Scroll and Key, é também um ramo dos Illuminati tentando estabelecer um governo mundial por meio de assassinatos, corrupção, chantagem, controle bancário, infiltração nos governos para causar guerras e revoluções, visando colocar seus próprios membros nas mais altas posições da hierarquia política. Thomas Jefferson foi também um Illuminati que abandonou a ordem classificando-a como “a tirania de um déspota e dos sacerdotes”, após o que se juntou à Maçonaria.

Hoje acredita-se que a Ordem ainda exista ligada à Maçonaria e que os fundadores dos EUA (alguns maçons) foram ‘corrompidos’ pelos Illuminati. O símbolo da pirâmide no brasão de Armas dos EUA seria o exemplo do olho sempre presente dos Illuminati sobre os americanos. Há a hipótese de que a Ordem tenha sobrevivido, apesar de que hoje grupos estejam usando o nome dos Illuminati para criar os seus próprios ritos como a Ordo Illuminatorum, Die Erleuchteten Seher Bayerns, The Illuminati Order, e outros.
Há quem afirme que a Ordem Rosacruz (4ª ordem do rito maçónico francês tendo como símbolos o pelicano, a rosa e a cruz) seja um ramo dos Illuminati, pois foi fundada em 1537 durante as suas actividades. Porém, a Ordem foi criada por Christian Rosenkreuz em 1407 na Alemanha. É uma sociedade secreta que combina os mistérios da alquimia com princípios esotéricos religiosos. Uma lenda de origem maçónica diz que foi criada no ano de 46, quando Ormus, um sábio de Alexandria, e seis discípulos foram convertidos por Marcos. Sendo assim a Ordem é uma fusão do cristianismo primitivo com os mistérios da mitologia egípcia.

Mas afinal o que é então a maçonaria, uma vez que permeia todas essas ordens secretas acima apontadas? Não se sabe ao certo onde surgiu, pode ter sido no antigo Egipto, na Judeia de Salomão com os construtores do templo (Hirão Abif), em Roma de Diocleciano, ou na Terra Santa com os Templários (ou esses só expandiram os conhecimentos que já havia na Judeia). A única certeza é que ela surgiu na Grã-Bretanha em 1717 com o nome de Franco-Maçonaria.
Trata-se de uma associação de pessoas que guardam entre si códigos, segredos, simbologias e rituais, reunindo-se em Lojas cada uma com um Venerável Mestre. Compreende basicamente os graus de Aprendiz, Companheiro e Mestre (33 graus conhecidos ao todo, sendo 3 de iniciação e o importante 18º de pactuação consciente e o 33º onde se torna Mestre e pronto para ser eleito um Venerável). É uma organização discreta que se autodefine como filosófica, filantrópica e educativa progressista. Em cada nível de compromisso há uma simbologia e juras próprias e conhecimentos direccionados, com um ritual de aceitação em cada grau.
A maçonaria sempre exerceu e continua exercendo influência sobre todos os níveis da sociedade, quer na América ou na Europa. Uma grande participação da Maçonaria recente foi a elaboração da Constituição da Comunidade Europeia, dirigida pelo Maçon Giscard D’Estaing.
O ex-grão mestre da maçonaria portuguesa António Arnaud disse no 90º aniversário do Tribunal da Relação de Coimbra, sobre "A influência da maçonaria no sistema jurídico português", que esta já esteve "inundada de oportunistas". “A maçonaria perdeu influência política, os magistrados-maçons não fazem fretes a "irmãos", nem as relações maçónicas propiciam cunhas, tráfico de influências ou negociatas.”. Assumiu que a organização secreta "inspirou ou participou em todas as grandes reformas, sociais e políticas, dos últimos 250 anos". "Deixou uma marca impressiva na história do nosso sistema jurídico", exemplificando com leis e códigos anteriores a 1975. Referiu ainda que "a Constituição actual tem muito espírito maçónico", porque os membros eleitos para a Assembleia Constituinte, "muitos pelo PS e outros pelo PSD, eram quase todos maçons".

A sua origem é simples e provém do francês maçonnerie ou do inglês masonary cujo significado é construção, o trabalho de um maçon (pedreiro) nas suas Lodges (canteiros de obras). Alguns estudiosos afirmam que a palavra tem origem na expressão Pree Messen: filhos da luz. A Maçonaria moderna pode ter tido origem na Escócia para onde foram vários Templários após a extinção da Ordem. Eles ter-se-iam junto numa espécie de associação de trabalhadores de certa categoria onde divulgaram os seus conhecimentos filosóficos e esotéricos. Robert Bruce, rei que libertou a Escócia da dominação inglesa era maçon. A sua filosofia baseia-se em alegorias e símbolos, tais como o esquadro, o compasso, a letra G, a Estrela Ardente, de cinco pontas (Sírius), o bode (Baphomet), a pirâmide luciférica, o avental, os gestos de mão e braços (para reconhecimento de seus pares), as colunas e obeliscos fálicos que podem representar Osíris na sua morte, sendo velado pela sua esposa e consolado por Hórus (O Tempo), as suas numerologias, e sua adoração ao GADU (Grande Arquitecto do Universo).

Qual o objectivo destes grupos? A NOVA ORDEM MUNDIAL.
Adam Weishaupt, fundador da ordem dos iluminados da Baviera, tinha cinco objectivos essenciais.
Fim dos Governos : Erradicar e abolir as monarquias ou outra forma de governo que não se ajustasse aos seus preceitos. Para isso, os membros da seita , valendo-se do seu poder económico, social e político, teriam a missão de originar os conflitos que fossem necessários. Só havia lugar para um governo, o deles.
Fim das propriedades: O objectivo consistia em conseguir que o poder económico residisse nos membros da ordem e nas suas redes. A propriedade privada e os direitos sucessórios correspondiam, portanto, a um perigo. Os Illuminati encarregar-se-iam de ocupar os postos de controlo de onde seria manobrado o poder económico.
Fim do conceito de nação: Era preciso erradicar a multiplicidade de nacionalidades, sendo melhor um grande império, uma grande pátria, do que muitas difíceis de controlar. Eliminação do conceito de patriotismo e nacionalismo. O objectivo era encontrar uma nova ordem mundial.
Fim da família: Os Illuminati não acreditavam no matrimónio, nem no conceito cristão de família, nem nos sistemas educativos. O objectivo eram famílias livres, nas quais o amor ou o desejo de união entre duas pessoas devia prevalecer sobre o vínculo sacramental marcado pela Igreja. A educação deveria ficar reservada a sistemas comunitários em que os educadores tivessem sido previamente formados por membros da Ordem Illuminati.
Fim das religiões: As crenças religiosas e espirituais eram consideradas como uma forma de distracção, ao mesmo tempo que um perigoso elo com o poder inimigo. Erradicar as religiões significava conseguir que apenas as ideias da sociedade secreta podiam servir de esperança e consolo na vida.

Illuminati, iluminados ou falsos iluminados? Como diria Buda: "Duvidem, e descubram a vossa própria Luz.”.

O TRIANGULO DAS BARBUDAS
Aos sábados de manhã havia reunião sem convocatória. A barbearia do Sr. Manuel era o ponto de encontro. Nada combinado mas ninguém faltava. Ritual obrigatório. Barbas, cabelos e bigodes eram a desculpa, mas o motivo era mesmo o convívio e a conversa solta. Previam-se os resultados de futebol do domingo, davam-se dicas de mezinhas caseiras para a gripe e reumático, comida para os canários. Esticava-se o pescoço sem receio duma navalha ameaçadoramente afiada que o Sr. Manuel brandia. Não se reclamava do álcool ardendo na face, nem da política, nem da mulher do vizinho, nem da puta da vida. Davam-se mais dois dedos de conversa antes de sair enquanto se engraxavam os sapatos. Passava-se na mercearia para levar um pacote de alpista. Círculo fechado e ritual cumprido.
Os tempos mudaram e com eles nasceu o cabeleireiro e o unisexo. O ritmo das conversas apurou, nada e ninguém ficaram a salvo de línguas mais afiadas que navalhas. Qualquer santo era pecador, qualquer diabo beatificado… qualquer treinador de futebol era peça a demitir… qualquer humano era alvo duma suspeita rapidamente tornada crime e forca… O poder das Barbudas era absoluto, em segundos a queda e ascensão de pessoas, governos, e ideias eram como passes de magia. Não havia limites à capacidade malévola do ser humano… despotismo absoluto. Aqui nascia um verdadeiro Triangulo das Barbudas, um perigoso lavar de roupa suja, origem de verdadeiros cataclismos apenas por gosto de maldade e difamação.

CONCLUSÃO
Não será aqui que se irá abordar a fundo a existência real e os factos imputáveis a essas sociedades secretas. O facto relevante quanto a mim é que o espírito malévolo e conspiratório, com ou sem razão, com ou sem fim em vista, existe na nossa sociedade. Está presente em cada círculo, em cada triangulo, nas nossas famílias, nas associações, nos governos, por todo o lado.
O direito à privacidade não existe. O cartão de cidadão, as escutas telefónicas, a pirataria informática, o projecto Echelon, o sigilo bancário, tudo se encaminha para uma total transparência… que interessa a quem governa, pois claro! Democracia foi uma palavra convenientemente inventada para esconder muitas das monarquias fascistas que reinam um pouco por todo o lado. Bufos e papagaios encontram aí o seu paraíso; a queda de alguém é o caminho mais fácil para a ascensão, até que outro peixe maior os engula num circulo infinito de poder(es) relativos e troca de favores. As Constituições consignam o direito de expressão, rapidamente expandido para “bocas gratuitas”, com tanto valor de lei como as conversas de barbudas no cabeleireiro, mas de efeito rápido e imediato. O sistema irá afogar o próprio sistema!
Dados estatísticos dizem que 0,5% da população detém 70% da riqueza, deixando os outros 99,5% da população competindo pelo restante. Outra estatística curiosa revela que em Portugal (3º país mais infeliz da Europa) mais que a falta de dinheiro como causa de infelicidade, o facto de o vizinho possuir mais é predominante… Alguém se convence que esse 0,5% está seriamente preocupado com o bem estar do “resto”? A meta económica final da Nova Ordem Mundial é o fascismo. Os barões da indústria ocidental estão ansiosos que esse novo sistema entre em funcionamento, para que possam começar a colher os frutos dos lucros tremendamente aumentados. Já que um governo fascista regula rigidamente quantos concorrentes podem fabricar o mesmo produto, o número de empresas diminuirá muito. Assim sendo, no "período preparatório" que levará ao reinado do Anticristo, faz sentido que o processo de apenas umas poucas empresas produzirem o mesmo tipo de produto ou oferecerem o mesmo tipo de serviço comece voluntariamente por meio das fusões, incorporações e mesmo falências!
Nietzsche, em 'Humano, Demasiado Humano', tece duras críticas ao uso e abuso do ser humano por quem detém o poder e uma sede de ascensão desmedida. E que ninguém se engane, por detrás de cada decisão existem razões e objectivos muito difusos, que se afastam em muito da consciência cívica e neutralidade. É um manto de pseudo transparência que oculta muitas vezes razões que a própria razão desconhece.
O agitar de águas com que propositadamente dirigentes pactuam e activam, nada mais é que criar um clima de terror e aflição, para que o zé povinho nade que nem patinhos para o primeiro político sorridente com merda na tola que lhe acene com um porto seguro. Os opositores do sistema, ou simplesmente não pactuantes, são gentilmente convidados a pular no abismo (a bem da paz e equilíbrio do sistema claro).
Maquiavel, in 'O Príncipe', refere: “Quando os estados que se conquistam têm a tradição de viver segundo as suas leis e em liberdade, para a sua conservação existem três opções: a primeira é a sua destruição; a segunda é ir para lá viver o príncipe conquistador; e a terceira consiste em deixá-los viver de acordo com as suas leis, mas exigindo-lhes um tributo e criando no seu seio uma oligarquia que vos garanta a sua fidelidade. Mas nas repúblicas há mais vitalidade, mais ódio, mais desejo de vingança, o que não permitirá que os seus cidadãos apaguem a memória da antiga liberdade. De modo que a maneira mais segura de as dominar é destruí-las ou ir para lá residir.”. É só substituir “estados” pela dimensão que se quiser, desde o indivíduo até ao mundo, e rever factos concretos… o maquiavelismo é prática de uso corrente.
Bertrand Russell, in 'A Última Oportunidade do Homem' refere: “Há somente um meio de o mundo poder libertar-se da guerra, é a criação de uma autoridade mundial única, que possua o monopólio de todas as armas mais perigosas.”. Deixo ao critério de cada um o alcance e a comparação com o que já foi descrito…
O plano dos Illuminati para produzir o Anticristo por meio de desastres sociais, guerras, conflitos religiosos e apostasia, além do controle do tempo e da guerra climática, tem a ajuda de todos e cada um de nós em diversas atitudes. O propósito expresso é derrubar a antiga sociedade para que a Nova Ordem Mundial possa ser estabelecida com seu rei final, o Cristo - o bíblico Anticristo.

“A corrupção dos governantes quase sempre começa com a corrupção dos seus princípios.”. (Montesquieu).

“Todas as artes só produziram maravilhas, a arte de governar só produziu monstros.” (Louis Saint-Just).
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Awaken II (1. Triangulo das Barbudas)
INTRODUÇÃO
Awaken – Volume II inicia-se aqui. Esta série de mais 11 episódios irá manter o mesmo tipo de abordagem tendo como foco o comportamento do ser humano, desta vez visto por um prisma mais “dark”… digamos que do lado do Anticristo. Qualquer conotação política, religiosa ou outra será mera coincidência, sendo a independência de conceitos estabelecidos um padrão. Sentem-se, apertem os cintos e viagem… é grátis e não tem que ser triste!

TRIANGULO DAS BERMUDAS
O Triangulo das Bermudas é uma área no Oceano Atlântico onde a lenda afirma que muitos navios, aviões e pessoas desapareceram. Também conhecido como o Triângulo do Diabo, é limitado por Melbourne (Florida), Bermudas e Porto Rico. O nome de "The Deadly Bermuda Triangle" foi dado por Vincent Gaddis em Fevereiro de 1964 na Argosy, uma revista de ficção. Howard Rosenberg afirma que em 1973 a Guarda Costeira dos EUA respondeu a mais de 8.000 pedidos de ajuda na área e que mais de 50 navios e 20 aviões se perderam na zona, durante o ultimo século.
Várias teorias tentam explicar o mistério dos aviões e navios desaparecidos. Extraterrestres, resíduos de cristais da Atlântida, humanos com armas anti-gravidade ou outras tecnologias esquisitas, vórtices da quarta dimensão, estão entre os favoritos dos escritores de fantasias. Campos magnéticos estranhos, flatulências oceânicas (gás metano do fundo do oceano) são os favoritos dos mais técnicos. O tempo (tempestades, furacões, tsunamis, terramotos, ondas, correntes, etc.) azar, piratas, cargas explosivas, navegantes incompetentes e outras causas naturais e humanas são as favoritas entre os investigadores cépticos.
Ao longo dos anos têm sido publicadas muitas histórias sobre os "mistérios" do Triângulo das  Bermudas. No seu estudo, Larry Kushe descobriu que poucos investigaram sobre o assunto. Em vez disso, passaram as especulações como se fossem a verdade pura. Ninguém fez mais para criar o mito das forças misteriosa no Triângulo do que Charles Berlitz. No entanto, Krushe, após examinar mais de 400 páginas oficiais da Marinha dos EUA no relatório sobre o desaparecimento dos aviões em 1945, concluiu que nada havia de estranho no incidente, nem encontrou qualquer menção de alegadas comunicações rádio citadas por Berlitz no seu livro.
Até agora, não foi apresentada nenhuma prova científica de qualquer fenómeno invulgar envolvido nos desaparecimentos. O verdadeiro mistério é como o Triangulo das Bermudas se tornou um mistério.
Em resumo, o mistério do Triangulo das Bermudas é uma criação de autores acríticos e órgãos de comunicação que passam a ideia especulativa de que algo misterioso se passa no Atlântico.

OS ILLUMINATI
“O que sabemos sobre as sociedades secretas é o que elas permitem que saibamos, pois nessas organizações apenas os filiados têm conhecimento das suas íntimas actividades. É obvio que se um segredo deve ser guardado, ele não será revelado e ficará confinado no mais íntimo refúgio daqueles a quem foi confiado”.
Como diria Pitágoras: “Se o que tens a dizer não é mais belo que o silêncio, então cala-te”... parece drástico, mas o eterno emudecer não leva o mundo a nada e ficamos num vácuo de ignorância. O que podemos fazer é seguir os rastos históricos e as especulações lógicas, e assim vamos desvendando o possível sob essa cortina escura que são os caminhos mal encobertos do ocultismo. Não há também segredos que durem para sempre e não é impossível achar os que têm as bocas sempre abertas afim de relatarem factos, simbologias, rituais. Hoje com a democracia de informações também existem meios para seguir os percursos sinuosos das Ordens, analisando os cursos e os feitos históricos de cada Ordem e suas interligações.
Sabemos que um dos principais métodos usados pelas sociedades secretas são as suas simbologias e rituais. Símbolos são vastamente divulgados em qualquer delas, inclusive na mais ramificada que é a maçonaria, com as suas colunas osíricas, pirâmides luciféricas e o olho que tudo vê, podendo ser observado em plantas de grandes capitais como Washington ou até mesmo Brasília. A primeira com a sua triangulação de poderes e a segunda com a ave Sefiroth.
Também na nota de 1 dollar a simbologia está bem patente. Por cima da pirâmide consta a frase em latim “Annuit Coeptis” (ele tem favorecido os nossos empreendimentos, provavelmente Lúcifer, o arquitecto, o olho-que-tudo vê). O olho significaria também uma alegoria à capacidade deles estarem simultaneamente em todo o lado (por exemplo com sistemas de escuta, sistema echelon, etc.). Abaixo da pirâmide pode ler-se “ Novus Ordo Seclorum” (a nova ordem dos séculos) ou seja A Nova Ordem Mundial.
A pirâmide é dividida em duas e formada por de 72 blocos de pedra. Alguns dizem que seriam os 72 degraus da escada de Jacob, relacionando-se assim com o judaísmo e a tradição cabalística. Por outro lado, a pirâmide não está terminada, o que poderia ler-se como uma chamada de atenção para o futuro (Eles iriam fazer algo mais).

As sociedades secretas, historicamente falando, lançam os seus pesados ramos de influência em todos os patamares sociais, quer na Política, Economia, Imprensa, Indústria, etc. Os seus influentes representantes já se sentaram até no mais cobiçado trono de poder, como é o caso de três presidentes dos Estados Unidos (Skull & Bones). Não se está longe da verdade quando são chamados de “Os Donos do Mundo”.
Quais e quantas sociedades existem ou já existiram? Onde e como actuam? Quem são e o que pretendem? São questões inquietantes. Falar de todas ao mesmo tempo conduziria a uma complicada teia de informações, que daria muito mais o tom de fanatismo ou loucura especulativa. Sendo assim, o melhor é procurar desvendar os mistérios e simbologias passo a passo, percorrendo a história e tentando localizar as mais importantes.

Os Illuminatus, proveniente do latim “Iluminados”, cujo nome foi usado pelos “Irmãos do Espírito Livre”, consta do século 14. Há registros do nome em 1492 e julgava-se ter sua fonte em Itália. Dos seus líderes mais antigos, Beata de Piedrahita, 1511, Salamanca – Espanha, salva da inquisição por figuras influentes, afirmava que conversava com Jesus e a Virgem Maria.
Em 1634, os Illuminés começaram as suas actividades na região francesa de Picardie, quando Pierce Guérim se aliou ao secreto movimento iluminado. Em 1722, outro grupo actuou no sul de França e perdurou até 1794, ligados aos French Prophets, um ramo dos Camisards.
Os Martinistas Franceses, grupo fundado em 1754 por Martinez Pasqualis receberam o título de Illuminati, assim como os Martinistas Russos, chefiados pelo professor Schwartz em Moscovo (1790). Ambos os grupos eram cabalistas, ocultistas e alegoristas, absorvendo as ideias de Jakob Boehme e Emanuel Swedenborg.
Na Alemanha, um movimento de curta duração de republicanos livre-pensadores, chamados de Os Verdadeiros Illuminati, era um ramo mais radical cujos seguidores se autodenominavam Perfeccionistas. Foi fundado a 1 de Maio de 1776 pelo professor de lei canónica Adam Weishaupt e pelo barão Adolph Von Knigge em Ingolstadt, Baviera. O nome original era Ordem Illuminate ou Illuminati Bávaros. Após a sucessão de Maximiliano José III, de Wittelsbash, por Carl Theodor em 1777, a Ordem foi suprimida. Em 1784 foram banidos pelo governo bávaro.
Durante sua existência, muitos de seus filiados foram influentes políticos progressistas, a maioria maçons e ex-maçons. Além de juras de obediência aos superiores eram divididos em 3 classes: 1. Berçário: graus ascendentes ou ofício de Preparação, Noviciato, Minerval e Illuminatus Minor; 2. Maçonaria: grau ascendente de Illuminatus (Cavaleiro Escocês); 3. Mistérios Menores (presbíteros e regentes) e Mistérios Maiores (Magnus e Rex). Em 1780 os Illuminati estavam ligados à Loja Maçónica em Munique e Freising e havia ramos em vários países europeus.
Pessoas famosas como Goëthe e Herder, os duques de Gotha e Weimar, comungavam com as suas ideias – uma doutrina baseada numa mistura de misticismo islâmico (Sufistas), dos segredos maçónicos e da disciplina mental do Hatha Yoga. Para alcançar o estado iluminado da mente os integrantes usavam drogas leves como o haxixe.
Apesar da sua curta actuação na Baviera, participaram intensamente da história europeia. O envolvimento em conspirações ofuscou sua imagem. O Abade Augustin Barruél, no seu livro “Memórias ilustrativas da história do Jacobismo” (1797), afirma que a Revolução Francesa foi planejada e controlada pelos Illuminati por meio dos Jacobinos. Na mesmo linha, o maçon John Robinson publicou “Provas de uma conspiração contra todas as religiões e governos da Europa”, 1798 – uma teoria de que havia uma conspiração dos Illuminati para substituir todas as religiões e nações sobre um único governo mundial.

Na América, uma facção ramificada dos Illuminatis parece ser a ordem Skull and Bones, essa ‘Fraternidade da Morte’, constituída exclusivamente por homens brancos, protestantes maçons e oriundos de famílias ricas e que tem como símbolo uma caveira sobre dois ossos cruzados acima do secreto número 322. Fundada em 1833 na Univ. de Yale, Connecticut, por William Russell e Aphonso Taft, é recheada de grandes nomes e corporações financeiras e dos mídias. Há entre os bonesmen nomes como Samuel Russell (Associação Russel Trust), William Howard Taft (presidente dos EUA), Prescott Bush (Brown Harriman & Co.), George H. Walker Bush (presidente dos EUA) e George Walker Bush (presidente dos EUA), John B. Madden Jr. (Brown Harriman & Co.), Harriman (Wall Street), Rockfeller, Payne, John Kerry (Democrata), Briton Hadden e Henry Robinson Luce (Revista Time), e muitos outros poderosos. A escolha do novo membro é apenas um toque no ombro seguido de um baptismo nu dentro de um caixão na “Tumba”, denominação da torre Weir Hall.
Robert Gillete alega que outra ordem americana, a Scroll and Key, é também um ramo dos Illuminati tentando estabelecer um governo mundial por meio de assassinatos, corrupção, chantagem, controle bancário, infiltração nos governos para causar guerras e revoluções, visando colocar seus próprios membros nas mais altas posições da hierarquia política. Thomas Jefferson foi também um Illuminati que abandonou a ordem classificando-a como “a tirania de um déspota e dos sacerdotes”, após o que se juntou à Maçonaria.

Hoje acredita-se que a Ordem ainda exista ligada à Maçonaria e que os fundadores dos EUA (alguns maçons) foram ‘corrompidos’ pelos Illuminati. O símbolo da pirâmide no brasão de Armas dos EUA seria o exemplo do olho sempre presente dos Illuminati sobre os americanos. Há a hipótese de que a Ordem tenha sobrevivido, apesar de que hoje grupos estejam usando o nome dos Illuminati para criar os seus próprios ritos como a Ordo Illuminatorum, Die Erleuchteten Seher Bayerns, The Illuminati Order, e outros.
Há quem afirme que a Ordem Rosacruz (4ª ordem do rito maçónico francês tendo como símbolos o pelicano, a rosa e a cruz) seja um ramo dos Illuminati, pois foi fundada em 1537 durante as suas actividades. Porém, a Ordem foi criada por Christian Rosenkreuz em 1407 na Alemanha. É uma sociedade secreta que combina os mistérios da alquimia com princípios esotéricos religiosos. Uma lenda de origem maçónica diz que foi criada no ano de 46, quando Ormus, um sábio de Alexandria, e seis discípulos foram convertidos por Marcos. Sendo assim a Ordem é uma fusão do cristianismo primitivo com os mistérios da mitologia egípcia.

Mas afinal o que é então a maçonaria, uma vez que permeia todas essas ordens secretas acima apontadas? Não se sabe ao certo onde surgiu, pode ter sido no antigo Egipto, na Judeia de Salomão com os construtores do templo (Hirão Abif), em Roma de Diocleciano, ou na Terra Santa com os Templários (ou esses só expandiram os conhecimentos que já havia na Judeia). A única certeza é que ela surgiu na Grã-Bretanha em 1717 com o nome de Franco-Maçonaria.
Trata-se de uma associação de pessoas que guardam entre si códigos, segredos, simbologias e rituais, reunindo-se em Lojas cada uma com um Venerável Mestre. Compreende basicamente os graus de Aprendiz, Companheiro e Mestre (33 graus conhecidos ao todo, sendo 3 de iniciação e o importante 18º de pactuação consciente e o 33º onde se torna Mestre e pronto para ser eleito um Venerável). É uma organização discreta que se autodefine como filosófica, filantrópica e educativa progressista. Em cada nível de compromisso há uma simbologia e juras próprias e conhecimentos direccionados, com um ritual de aceitação em cada grau.
A maçonaria sempre exerceu e continua exercendo influência sobre todos os níveis da sociedade, quer na América ou na Europa. Uma grande participação da Maçonaria recente foi a elaboração da Constituição da Comunidade Europeia, dirigida pelo Maçon Giscard D’Estaing.
O ex-grão mestre da maçonaria portuguesa António Arnaud disse no 90º aniversário do Tribunal da Relação de Coimbra, sobre "A influência da maçonaria no sistema jurídico português", que esta já esteve "inundada de oportunistas". “A maçonaria perdeu influência política, os magistrados-maçons não fazem fretes a "irmãos", nem as relações maçónicas propiciam cunhas, tráfico de influências ou negociatas.”. Assumiu que a organização secreta "inspirou ou participou em todas as grandes reformas, sociais e políticas, dos últimos 250 anos". "Deixou uma marca impressiva na história do nosso sistema jurídico", exemplificando com leis e códigos anteriores a 1975. Referiu ainda que "a Constituição actual tem muito espírito maçónico", porque os membros eleitos para a Assembleia Constituinte, "muitos pelo PS e outros pelo PSD, eram quase todos maçons".

A sua origem é simples e provém do francês maçonnerie ou do inglês masonary cujo significado é construção, o trabalho de um maçon (pedreiro) nas suas Lodges (canteiros de obras). Alguns estudiosos afirmam que a palavra tem origem na expressão Pree Messen: filhos da luz. A Maçonaria moderna pode ter tido origem na Escócia para onde foram vários Templários após a extinção da Ordem. Eles ter-se-iam junto numa espécie de associação de trabalhadores de certa categoria onde divulgaram os seus conhecimentos filosóficos e esotéricos. Robert Bruce, rei que libertou a Escócia da dominação inglesa era maçon. A sua filosofia baseia-se em alegorias e símbolos, tais como o esquadro, o compasso, a letra G, a Estrela Ardente, de cinco pontas (Sírius), o bode (Baphomet), a pirâmide luciférica, o avental, os gestos de mão e braços (para reconhecimento de seus pares), as colunas e obeliscos fálicos que podem representar Osíris na sua morte, sendo velado pela sua esposa e consolado por Hórus (O Tempo), as suas numerologias, e sua adoração ao GADU (Grande Arquitecto do Universo).

Qual o objectivo destes grupos? A NOVA ORDEM MUNDIAL.
Adam Weishaupt, fundador da ordem dos iluminados da Baviera, tinha cinco objectivos essenciais.
Fim dos Governos : Erradicar e abolir as monarquias ou outra forma de governo que não se ajustasse aos seus preceitos. Para isso, os membros da seita , valendo-se do seu poder económico, social e político, teriam a missão de originar os conflitos que fossem necessários. Só havia lugar para um governo, o deles.
Fim das propriedades: O objectivo consistia em conseguir que o poder económico residisse nos membros da ordem e nas suas redes. A propriedade privada e os direitos sucessórios correspondiam, portanto, a um perigo. Os Illuminati encarregar-se-iam de ocupar os postos de controlo de onde seria manobrado o poder económico.
Fim do conceito de nação: Era preciso erradicar a multiplicidade de nacionalidades, sendo melhor um grande império, uma grande pátria, do que muitas difíceis de controlar. Eliminação do conceito de patriotismo e nacionalismo. O objectivo era encontrar uma nova ordem mundial.
Fim da família: Os Illuminati não acreditavam no matrimónio, nem no conceito cristão de família, nem nos sistemas educativos. O objectivo eram famílias livres, nas quais o amor ou o desejo de união entre duas pessoas devia prevalecer sobre o vínculo sacramental marcado pela Igreja. A educação deveria ficar reservada a sistemas comunitários em que os educadores tivessem sido previamente formados por membros da Ordem Illuminati.
Fim das religiões: As crenças religiosas e espirituais eram consideradas como uma forma de distracção, ao mesmo tempo que um perigoso elo com o poder inimigo. Erradicar as religiões significava conseguir que apenas as ideias da sociedade secreta podiam servir de esperança e consolo na vida.

Illuminati, iluminados ou falsos iluminados? Como diria Buda: "Duvidem, e descubram a vossa própria Luz.”.

O TRIANGULO DAS BARBUDAS
Aos sábados de manhã havia reunião sem convocatória. A barbearia do Sr. Manuel era o ponto de encontro. Nada combinado mas ninguém faltava. Ritual obrigatório. Barbas, cabelos e bigodes eram a desculpa, mas o motivo era mesmo o convívio e a conversa solta. Previam-se os resultados de futebol do domingo, davam-se dicas de mezinhas caseiras para a gripe e reumático, comida para os canários. Esticava-se o pescoço sem receio duma navalha ameaçadoramente afiada que o Sr. Manuel brandia. Não se reclamava do álcool ardendo na face, nem da política, nem da mulher do vizinho, nem da puta da vida. Davam-se mais dois dedos de conversa antes de sair enquanto se engraxavam os sapatos. Passava-se na mercearia para levar um pacote de alpista. Círculo fechado e ritual cumprido.
Os tempos mudaram e com eles nasceu o cabeleireiro e o unisexo. O ritmo das conversas apurou, nada e ninguém ficaram a salvo de línguas mais afiadas que navalhas. Qualquer santo era pecador, qualquer diabo beatificado… qualquer treinador de futebol era peça a demitir… qualquer humano era alvo duma suspeita rapidamente tornada crime e forca… O poder das Barbudas era absoluto, em segundos a queda e ascensão de pessoas, governos, e ideias eram como passes de magia. Não havia limites à capacidade malévola do ser humano… despotismo absoluto. Aqui nascia um verdadeiro Triangulo das Barbudas, um perigoso lavar de roupa suja, origem de verdadeiros cataclismos apenas por gosto de maldade e difamação.

CONCLUSÃO
Não será aqui que se irá abordar a fundo a existência real e os factos imputáveis a essas sociedades secretas. O facto relevante quanto a mim é que o espírito malévolo e conspiratório, com ou sem razão, com ou sem fim em vista, existe na nossa sociedade. Está presente em cada círculo, em cada triangulo, nas nossas famílias, nas associações, nos governos, por todo o lado.
O direito à privacidade não existe. O cartão de cidadão, as escutas telefónicas, a pirataria informática, o projecto Echelon, o sigilo bancário, tudo se encaminha para uma total transparência… que interessa a quem governa, pois claro! Democracia foi uma palavra convenientemente inventada para esconder muitas das monarquias fascistas que reinam um pouco por todo o lado. Bufos e papagaios encontram aí o seu paraíso; a queda de alguém é o caminho mais fácil para a ascensão, até que outro peixe maior os engula num circulo infinito de poder(es) relativos e troca de favores. As Constituições consignam o direito de expressão, rapidamente expandido para “bocas gratuitas”, com tanto valor de lei como as conversas de barbudas no cabeleireiro, mas de efeito rápido e imediato. O sistema irá afogar o próprio sistema!
Dados estatísticos dizem que 0,5% da população detém 70% da riqueza, deixando os outros 99,5% da população competindo pelo restante. Outra estatística curiosa revela que em Portugal (3º país mais infeliz da Europa) mais que a falta de dinheiro como causa de infelicidade, o facto de o vizinho possuir mais é predominante… Alguém se convence que esse 0,5% está seriamente preocupado com o bem estar do “resto”? A meta económica final da Nova Ordem Mundial é o fascismo. Os barões da indústria ocidental estão ansiosos que esse novo sistema entre em funcionamento, para que possam começar a colher os frutos dos lucros tremendamente aumentados. Já que um governo fascista regula rigidamente quantos concorrentes podem fabricar o mesmo produto, o número de empresas diminuirá muito. Assim sendo, no "período preparatório" que levará ao reinado do Anticristo, faz sentido que o processo de apenas umas poucas empresas produzirem o mesmo tipo de produto ou oferecerem o mesmo tipo de serviço comece voluntariamente por meio das fusões, incorporações e mesmo falências!
Nietzsche, em 'Humano, Demasiado Humano', tece duras críticas ao uso e abuso do ser humano por quem detém o poder e uma sede de ascensão desmedida. E que ninguém se engane, por detrás de cada decisão existem razões e objectivos muito difusos, que se afastam em muito da consciência cívica e neutralidade. É um manto de pseudo transparência que oculta muitas vezes razões que a própria razão desconhece.
O agitar de águas com que propositadamente dirigentes pactuam e activam, nada mais é que criar um clima de terror e aflição, para que o zé povinho nade que nem patinhos para o primeiro político sorridente com merda na tola que lhe acene com um porto seguro. Os opositores do sistema, ou simplesmente não pactuantes, são gentilmente convidados a pular no abismo (a bem da paz e equilíbrio do sistema claro).
Maquiavel, in 'O Príncipe', refere: “Quando os estados que se conquistam têm a tradição de viver segundo as suas leis e em liberdade, para a sua conservação existem três opções: a primeira é a sua destruição; a segunda é ir para lá viver o príncipe conquistador; e a terceira consiste em deixá-los viver de acordo com as suas leis, mas exigindo-lhes um tributo e criando no seu seio uma oligarquia que vos garanta a sua fidelidade. Mas nas repúblicas há mais vitalidade, mais ódio, mais desejo de vingança, o que não permitirá que os seus cidadãos apaguem a memória da antiga liberdade. De modo que a maneira mais segura de as dominar é destruí-las ou ir para lá residir.”. É só substituir “estados” pela dimensão que se quiser, desde o indivíduo até ao mundo, e rever factos concretos… o maquiavelismo é prática de uso corrente.
Bertrand Russell, in 'A Última Oportunidade do Homem' refere: “Há somente um meio de o mundo poder libertar-se da guerra, é a criação de uma autoridade mundial única, que possua o monopólio de todas as armas mais perigosas.”. Deixo ao critério de cada um o alcance e a comparação com o que já foi descrito…
O plano dos Illuminati para produzir o Anticristo por meio de desastres sociais, guerras, conflitos religiosos e apostasia, além do controle do tempo e da guerra climática, tem a ajuda de todos e cada um de nós em diversas atitudes. O propósito expresso é derrubar a antiga sociedade para que a Nova Ordem Mundial possa ser estabelecida com seu rei final, o Cristo - o bíblico Anticristo.

“A corrupção dos governantes quase sempre começa com a corrupção dos seus princípios.”. (Montesquieu).

“Todas as artes só produziram maravilhas, a arte de governar só produziu monstros.” (Louis Saint-Just).
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