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No Olhares desde 25-10-2007

Pedro Manuel Ruivo Alcobia da Cruz

Portalegre,
http://olhares.sapo.pt/campomaior14

www.kampusdeideas.blogspot.com
www.kampuslibertatis.blogspot.com
www.kampuslatinoamericanus.blogspot.com


Pessoas demasiado normais irritam-me a pele. Às vezes dou por mim a tossir (mais no inverno que no verão... porque será? Hummmm). Também reparei que durmo muito mais de noite que de dia o que me perturba. Deveria ser democrata e dividir tudo muito bem. Ao meio, com rigor. Evitando como desejável, deste modo, as costumeiras inimizades, fruto de invejas de gente com insónias mentais e gripes de intelecto ou com deuses libertos (ou libertinos?).

Já nem sei se tento aprender (antes dizia que tentava), fica sempre bem quando a gente chega, quando se é novo em algum lugar, dar uma de modestinho do campo. Normalmente depois, conhecido o tradicional regabofe nacional, é, "na terra do bom viver faz o que vires fazer"... jaajjaja, é o fim do mundo

... creio que esse ditado que "burro velho não aprende" só tem validade depois dos noventa e muitos anos. Sendo verdade que os daquela idade quando acompanhados dos pais são normalmente os mais inteligentes e aprendem fácil. Mas, só cá para a gente, - e em privado, que isto de dizer verdades às vezes paga-se bem caro, - depois dos dois anos de idade faz-se cada asneira. Por isso, cada vez mais, quem desgoverna é mais jovem. Sempre intervala o fazer m... com o dormir.

Mas, em bom rigor às vezes funciono como se já não houvesse nada de novo que possa ajudar um espírito que se deseja (e que teima) livre. Quando a ciência e a técnica se baseiam no princípio da incerteza, o melhor mesmo, é agitar as regras e os princípios, raramente admitindo ter dúvidas e não conhecendo o erro.

...e, como fotografar é uma arte que merece muita dedicação y empenho... - assentando na sua honorífica essência em clickar em rebeldes maquinismos quase sempre nipónicos, acto que mais tarde se traduz num género de parir imagens umas reais e ou outras que só a bendita da maquineta descobriu - mantenho a coragem, desmesurada nos tempos que correm,para humildemente aceitar poucas críticas (muitas atacam-me as pedras e abanam-me o colestrol), e o espírito aberto para apreender ou desaprender algo que me possa levar ao estrelato. Já repararam bem a pinta que é estar no chuva de estrelas? Ou naquela novela assaz inteligente dos morangos com qualquer coisa...

Depois a fotografia é - aqui reside o seu tudo - sensibilidade, é arte, é magia... e tem cor. Sempre. A foto toda negra - embora os especialistas se dividam sobre a temática - não tem cor. Ou não é bem foto. Parece coisa pouco natural. E é procura. A foto é a procura, incansável, sem fim, apenas comparável às buscas quiméricas dos alquimistas do tempo do Obélix, procurando agora, como então, um sol doirado que nunca perca o brilho. E, deste modo, em acto de simples criação apenas se pode ganhar quando buscamos algo mais elevado. Mais longe. Mais lá em cimaaaaaaaaaaaaaaaaaa.............

Acaso alguém empresta um escadote?

Um abraço e boas fotos



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