Resumo
Casa de hereges é um conjunto de fotografias em preto e branco, resultado casual de um trabalho que realizava para um projeto do Fotoclube F/508 de Brasilia, chamado Placebo. São imagens que trabalham o detalhe de certas iconografias religiosas. A verdade me concentrei muito mais no jogo de texturas que brindavam os ambientes fotografados, assim como no cruzamento de luzes e sombras, que sempre dão um volume especial. O nome Casa de hereges vem de um livro de poemas ainda inconcluso, no que encontrei algumas similaridades com este trabalho fotográfico.
Para ver a série completa podem ir a http://www.fotoleal.com
Se quiser ver a série com os poemas, então é neste link: http://signusphotosite.com
Mas, como lá os poemas tem escrita em espanhol, vou adiantar alguma coisa aqui em português:
“Embora veja vir um anjo sobre meu rosto não se preocupe, ele só acorda o silêncio. Falo a sério, não terá que preocupar-se muito.
A verdade é que o anjo não falará da morte, embora todo anjo é terrível.
Olhe para mim. Faz anos que tomo nota de tudo o que observo e a verdade observo pouco.
Diante de mim uma janela semi-aberta. Através dela, um corpo que se despe sem pressa. É inútil esse corpo, de homem ou de mulher, é inútil. Não acorda mais que silêncio.
Olhe ao anjo. E ninguém morreu. Ninguém, salvo minha memória e é como se não importasse.”
Para ver a série completa podem ir a http://www.fotoleal.com
Se quiser ver a série com os poemas, então é neste link: http://signusphotosite.com
Mas, como lá os poemas tem escrita em espanhol, vou adiantar alguma coisa aqui em português:
“Embora veja vir um anjo sobre meu rosto não se preocupe, ele só acorda o silêncio. Falo a sério, não terá que preocupar-se muito.
A verdade é que o anjo não falará da morte, embora todo anjo é terrível.
Olhe para mim. Faz anos que tomo nota de tudo o que observo e a verdade observo pouco.
Diante de mim uma janela semi-aberta. Através dela, um corpo que se despe sem pressa. É inútil esse corpo, de homem ou de mulher, é inútil. Não acorda mais que silêncio.
Olhe ao anjo. E ninguém morreu. Ninguém, salvo minha memória e é como se não importasse.”




Um registo [*****]
Parabéns
ML 2009
*****
Excelente registo. E gosto do nome e do conceito Placebo.
excelente este olhar...gp
Grande olhar!
Muito interezante este tema; esta imagem, e o poema;gostei tanto do que li que procurarei conhece-lo por completo.Parabéns pelo trabalho a que se dispõe a fazer e já esta fazendo!!!