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História/Convento de Cristo
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Convento de Cristo

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História

2017-07-20 14:59:43
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descrição
O início da construção do Convento deve-se ao Infante D. Henrique, que aqui levantou o seu Paço e os claustros da Lavagem e do Cemitério. A estes se juntariam, em Quinhentos, outros sete. São raríssimos, em todo o Mundo, edifícios com tantos claustros, pelo que o Convento também neste caso, assume particular significado. A Arquitetura em Portugal está aqui impressionantemente documentada, asseverando que os edifícios evoluem com quem os habita: a igreja/rotunda templária do Castelo é Românica; o Gótico mostra-se nos claustros do tempo do Infante D. Henrique; no início do Séc. XVI, o Manuelino mostra a sua exuberância na “Janela do Capítulo”; a ampliação do Convento, de D. João III até ao Séc. XVIII, emoldura o Renascimento; o Maneirismo e o Barroco marcaram os claustros da Hospedaria e no Principal e em muitos ornamentos. D. João V, no Séc. XVIII, interveio no púlpito, altar, coro e sacristia-mor.
Com a aquisição do complexo, em meados do Séc. XIX, pelo Conde de Tomar, Costa Cabral, é criado em 1843, o primeiro posto de guarda do Convento, passando, desde então, oficialmente, a existir uma função cultural pública dependente do Ministério das Finanças. Só em 1986 esse serviço passa para a alçada dos responsáveis governamentais pela Cultura.
exif / informação técnica
Máquina: Canon
Modelo: Canon EOS 7D
Exposição: 1/128 sec
Exposição (EV+/-): 0 step
Abertura: f/16
ISO: 160,
160
Dist.Focal: 87mm
Dist.Focal (35mm):
Software: Adobe Photoshop CS2 Windows

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Convento de Cristo
O início da construção do Convento deve-se ao Infante D. Henrique, que aqui levantou o seu Paço e os claustros da Lavagem e do Cemitério. A estes se juntariam, em Quinhentos, outros sete. São raríssimos, em todo o Mundo, edifícios com tantos claustros, pelo que o Convento também neste caso, assume particular significado. A Arquitetura em Portugal está aqui impressionantemente documentada, asseverando que os edifícios evoluem com quem os habita: a igreja/rotunda templária do Castelo é Românica; o Gótico mostra-se nos claustros do tempo do Infante D. Henrique; no início do Séc. XVI, o Manuelino mostra a sua exuberância na “Janela do Capítulo”; a ampliação do Convento, de D. João III até ao Séc. XVIII, emoldura o Renascimento; o Maneirismo e o Barroco marcaram os claustros da Hospedaria e no Principal e em muitos ornamentos. D. João V, no Séc. XVIII, interveio no púlpito, altar, coro e sacristia-mor.
Com a aquisição do complexo, em meados do Séc. XIX, pelo Conde de Tomar, Costa Cabral, é criado em 1843, o primeiro posto de guarda do Convento, passando, desde então, oficialmente, a existir uma função cultural pública dependente do Ministério das Finanças. Só em 1986 esse serviço passa para a alçada dos responsáveis governamentais pela Cultura.
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Máquina: Canon
Modelo: Canon EOS 7D
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