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Fotojornalismo/Fernando Grade (ler/abrir ecrã) - (2)
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Fernando Grade (ler/abrir ecrã) - (2)

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Fotojornalismo

2016-10-07 09:10:30
comentários (81) galardões descrição exif favorita de (115)
descrição
Fernando José da Costa Grade nasceu a 1 de Abril de 1943 no Estoril, na vivenda Madalena, Estrada Marginal, defronte da praia da Poça. É munícipe de Oeiras, há muitos anos (freguesia de Oeiras e São Julião da Barra), mais precisamente reside em Nova Oeiras.
Comemorou - ao longo de 2012 - 50 Anos de Vida Literária, já que foi no dia 29 de Novembro de 1962 que viu publicado o seu livro de estreia ("SANGRIA", poemas, Guimarães Editores, Colecção Poesia e Verdade).
Fernando Grade inventou dois heterónimos, cuja obra literária arquitecta com paixão e empenhadamente divulga: ABEL SABAOTH (natural do Porto, embora registado como lisbonense, e no Porto nascido a 6 de Junho de 1936, é professor de Latim, e encontra-se reformado) e AAL AARÃO (também lisbonês, nado a 30 de Novembro de1950, economista).
Grade é Poeta com vasta obra publicada, constituída por 30 títulos individuais, de onde sobressaem "O VINHO DOS MORTOS" (em 5ª. edição - 1977-1979-1985-1986-1999), "SAUDADES DE SER ÍNDIO" e a antologia "25 ANOS DE POESIA" (1962,1987), que, saída em 1988, seleciona a essência da obra poética produzida pelo autor entre 1962 e 1981, inéditos (1982-1987), retirada de livros como "Sangria", "Desintegracionismo", "A+2=Raiva", "O Vinho dos Mortos", "Serenata ao Diabo", "Museu das Formigas" e "Saudades de ser Índio".
Como artista plástico - desenhador, pintor, colagista, escultor e ilustrador - expõe desde 1965. Participou, até agora, em 404 exposições coletivas e realizou 16 mostras individuais. Foi três vezes premiado, em Desenho, com Primeiras Medalhas de Prata, no XI e XV Salão de Outono e no VIII Salão de Arte Moderna, e obteve, conjuntamente com Carlos Calvet, o PRÉMIO DE AQUISIÇÃO do VI Salão de Arte Moderna de Luanda.
Foi critico de arte do "Jornal de Letras e Artes", "Século Ilustrado" e "Diário de Notícias". Assinou balanços anuais de artes plásticas para o jornal "O Século". Foi critico literário do "ABC - Diário de Angola" e critico de espetáculos da revista semanal "Vida Mundial".
Cronista (manteve secções individualizadas nos jornais, entre outros, "A Nossa Terra", "A Capital", "O Século", "A Bola", "O Mirante" e "Record"), e foi distinguido, em 1994, com o prémio de âmbito nacional "A MEMÓRIA VIVIDA DO 25 DE ABRIL" - Crónica: Associação 25 de Abril/Montepio Geral. Obteve, em 1997, o PRÉMIO LITERÁRIO HERNÃNI CIDADE (crónica), patrocinado pela Câmara Municipal do Redondo. E é o autor da antologia de crónicas "O BAIRRO CERCADO".
Ficcionista e prosador ("O CADÁVER DE FERNANDO PESSOA"); jornalista (chefe da Redacção e director-conjunto do jornal "A Nossa Terra", e chefe da Redação e director da revista "Costa do Sol";recitador; actor de acção (criador do "TEATRO DE ACÇÃO",Luanda, 1967-1968); dramaturgo até ao momento de uma única obra publicada (peça em dois actos "A VIDA APARECE SEMPRE QUE PODE", Universitária Editora, Lda., Lisboa); conferencista e dinamizador cultural.
Foi um dos fundadores do "Movimento Desintegracionista Português" e, simultaneamente, um dos criadores e teóricos do DESINTEGRACIONISMO (1964-65), que é, até agora, o último movimento da poesia portuguesa.
Em 1964, no Teatro Gil Vicente, em Cascais, foi o organizador -- na sua qualidade de director da página literária CIDADELA - do II ENCONTRO DA IMPRENSA CULTURAL.
No dia 29 de Novembro de 1992 - data precisa em que concluiu 30 anos de vida literária - foi homenageado pela Câma ra Municipal da Amadora.
Foi o fundador e tem sido o coordenador desde sempre (1977-2016) dos cadernos de poesia VIOLA DELTA, Edições Mic, que são os mais antigos cadernos de poesia que se publicam no nosso país.
Foi director da Sociedade Nacional de Belas Artes e membro do seu Conselho Técnico, director da Associação Portuguesa de Escritores e director-fundador da Associação Portuguesa de Críticos.
Como Pintor, é o criador de três séries: a partir de 1964, TEORIA DAS MULTIDÕES (desenho, pintura, técnica mista); a partir de 1971, COLAGENS PERVERSAS / ESCULTURAS DE PAPEL (colagem transformada); e, a partir da década de '80, SILHUETAS LATINAS (cromatismo imagético-monocromático).
É autor de diversas canções existentes no mercado, nomeadamente de "VAMOS CANTAR DE PÉ" (com música de Pedro Osório, e cantada, em Português, por Paco Bandeira e, em Inglês, por Paulo de Carvalho), obra, essa, que foi distinguida com o 2º. Prémio do Festival da Canção de 1972. Em 1977, "Vamos Cantar de Pé" foi selecionado e publicado no álbum "Os Maiores Sucessos da Música Portuguesa".
Durante 19 anos (1977-1996), Fernando Grade interveio quase diariamente nas escolas secundárias, técnicas e universidades do País, realizando centenas e centenas de ações, aulas culturais de LITERATURA POÉTICA MODERNA - o seu conceito e móbiles - , da qual é especialista. Nomeadamente, dissecava a destrinça entre prosa e poesia, significante e significado, conotativo e denotativo, esmiuçando a função metafórica da linguagem poética e tomando como exemplo a sua (dele, Grade) poesia.
Assim, puxando pela imaginação dos alunos, dando-lhes pistas de transgressão do discurso normativo, incentivando-os de maneira a sentirem que, apenas, "pela loucura é que vamos!!!" F. Grade foi o pioneiro, entre nós, da disciplina que viria a ser denominada, por outros, ESCRITA CRIATIVA.
É o sócio efetivo nº 2100 da SNBA (Sociedade Nacional de Belas Artes), o cooperador nº 459 da SPA (Sociedade Portuguesa de Autores) e o sócio fundador nº 237 da APE (Associação Portuguesa de Escritores) e o presidente do Comité Diretivo do Movimento de Intervenção Cultural (MIC/Edições Mic), desde o início -- 1976/1977.
.....

Foto efetuada no Jardim Municipal de Oeiras.
Carruagem pintada por SLAP para o "Festival Iminente", de música e arte urbana.
(Ler o resumo da foto anterior)

exif / informação técnica
Máquina: NIKON CORPORATION
Modelo: NIKON D5000
Exposição: 1/200 sec
Exposição (EV+/-): 0 step
Abertura: f/7.1
ISO: 200
Dist.Focal: 18mm
Dist.Focal (35mm): 27 mm
Software: PhotoScape

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Fernando José da Costa Grade nasceu a 1 de Abril de 1943 no Estoril, na vivenda Madalena, Estrada Marginal, defronte da praia da Poça. É munícipe de Oeiras, há muitos anos (freguesia de Oeiras e São Julião da Barra), mais precisamente reside em Nova Oeiras.
Comemorou - ao longo de 2012 - 50 Anos de Vida Literária, já que foi no dia 29 de Novembro de 1962 que viu publicado o seu livro de estreia ("SANGRIA", poemas, Guimarães Editores, Colecção Poesia e Verdade).
Fernando Grade inventou dois heterónimos, cuja obra literária arquitecta com paixão e empenhadamente divulga: ABEL SABAOTH (natural do Porto, embora registado como lisbonense, e no Porto nascido a 6 de Junho de 1936, é professor de Latim, e encontra-se reformado) e AAL AARÃO (também lisbonês, nado a 30 de Novembro de1950, economista).
Grade é Poeta com vasta obra publicada, constituída por 30 títulos individuais, de onde sobressaem "O VINHO DOS MORTOS" (em 5ª. edição - 1977-1979-1985-1986-1999), "SAUDADES DE SER ÍNDIO" e a antologia "25 ANOS DE POESIA" (1962,1987), que, saída em 1988, seleciona a essência da obra poética produzida pelo autor entre 1962 e 1981, inéditos (1982-1987), retirada de livros como "Sangria", "Desintegracionismo", "A+2=Raiva", "O Vinho dos Mortos", "Serenata ao Diabo", "Museu das Formigas" e "Saudades de ser Índio".
Como artista plástico - desenhador, pintor, colagista, escultor e ilustrador - expõe desde 1965. Participou, até agora, em 404 exposições coletivas e realizou 16 mostras individuais. Foi três vezes premiado, em Desenho, com Primeiras Medalhas de Prata, no XI e XV Salão de Outono e no VIII Salão de Arte Moderna, e obteve, conjuntamente com Carlos Calvet, o PRÉMIO DE AQUISIÇÃO do VI Salão de Arte Moderna de Luanda.
Foi critico de arte do "Jornal de Letras e Artes", "Século Ilustrado" e "Diário de Notícias". Assinou balanços anuais de artes plásticas para o jornal "O Século". Foi critico literário do "ABC - Diário de Angola" e critico de espetáculos da revista semanal "Vida Mundial".
Cronista (manteve secções individualizadas nos jornais, entre outros, "A Nossa Terra", "A Capital", "O Século", "A Bola", "O Mirante" e "Record"), e foi distinguido, em 1994, com o prémio de âmbito nacional "A MEMÓRIA VIVIDA DO 25 DE ABRIL" - Crónica: Associação 25 de Abril/Montepio Geral. Obteve, em 1997, o PRÉMIO LITERÁRIO HERNÃNI CIDADE (crónica), patrocinado pela Câmara Municipal do Redondo. E é o autor da antologia de crónicas "O BAIRRO CERCADO".
Ficcionista e prosador ("O CADÁVER DE FERNANDO PESSOA"); jornalista (chefe da Redacção e director-conjunto do jornal "A Nossa Terra", e chefe da Redação e director da revista "Costa do Sol";recitador; actor de acção (criador do "TEATRO DE ACÇÃO",Luanda, 1967-1968); dramaturgo até ao momento de uma única obra publicada (peça em dois actos "A VIDA APARECE SEMPRE QUE PODE", Universitária Editora, Lda., Lisboa); conferencista e dinamizador cultural.
Foi um dos fundadores do "Movimento Desintegracionista Português" e, simultaneamente, um dos criadores e teóricos do DESINTEGRACIONISMO (1964-65), que é, até agora, o último movimento da poesia portuguesa.
Em 1964, no Teatro Gil Vicente, em Cascais, foi o organizador -- na sua qualidade de director da página literária CIDADELA - do II ENCONTRO DA IMPRENSA CULTURAL.
No dia 29 de Novembro de 1992 - data precisa em que concluiu 30 anos de vida literária - foi homenageado pela Câma ra Municipal da Amadora.
Foi o fundador e tem sido o coordenador desde sempre (1977-2016) dos cadernos de poesia VIOLA DELTA, Edições Mic, que são os mais antigos cadernos de poesia que se publicam no nosso país.
Foi director da Sociedade Nacional de Belas Artes e membro do seu Conselho Técnico, director da Associação Portuguesa de Escritores e director-fundador da Associação Portuguesa de Críticos.
Como Pintor, é o criador de três séries: a partir de 1964, TEORIA DAS MULTIDÕES (desenho, pintura, técnica mista); a partir de 1971, COLAGENS PERVERSAS / ESCULTURAS DE PAPEL (colagem transformada); e, a partir da década de '80, SILHUETAS LATINAS (cromatismo imagético-monocromático).
É autor de diversas canções existentes no mercado, nomeadamente de "VAMOS CANTAR DE PÉ" (com música de Pedro Osório, e cantada, em Português, por Paco Bandeira e, em Inglês, por Paulo de Carvalho), obra, essa, que foi distinguida com o 2º. Prémio do Festival da Canção de 1972. Em 1977, "Vamos Cantar de Pé" foi selecionado e publicado no álbum "Os Maiores Sucessos da Música Portuguesa".
Durante 19 anos (1977-1996), Fernando Grade interveio quase diariamente nas escolas secundárias, técnicas e universidades do País, realizando centenas e centenas de ações, aulas culturais de LITERATURA POÉTICA MODERNA - o seu conceito e móbiles - , da qual é especialista. Nomeadamente, dissecava a destrinça entre prosa e poesia, significante e significado, conotativo e denotativo, esmiuçando a função metafórica da linguagem poética e tomando como exemplo a sua (dele, Grade) poesia.
Assim, puxando pela imaginação dos alunos, dando-lhes pistas de transgressão do discurso normativo, incentivando-os de maneira a sentirem que, apenas, "pela loucura é que vamos!!!" F. Grade foi o pioneiro, entre nós, da disciplina que viria a ser denominada, por outros, ESCRITA CRIATIVA.
É o sócio efetivo nº 2100 da SNBA (Sociedade Nacional de Belas Artes), o cooperador nº 459 da SPA (Sociedade Portuguesa de Autores) e o sócio fundador nº 237 da APE (Associação Portuguesa de Escritores) e o presidente do Comité Diretivo do Movimento de Intervenção Cultural (MIC/Edições Mic), desde o início -- 1976/1977.
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Foto efetuada no Jardim Municipal de Oeiras.
Carruagem pintada por SLAP para o "Festival Iminente", de música e arte urbana.
(Ler o resumo da foto anterior)

Tag’s: Fernando Grade,poeta,artista,pintor,artista plástico,escultor,colagista,ilustrador,desenhador,crítico de arte,cronista,ficcionista,prosador,dramaturgo,Movimento Desintegracionista Português,Vamos cantar de pé,escrita criativa,graffiti,Slap,Festival Iminente
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Máquina: NIKON CORPORATION
Modelo: NIKON D5000
Exposição: 1/200 sec
Exposição (EV+/-): 0 step
Abertura: f/7.1
ISO: 200
Dist.Focal: 18mm
Dist.Focal (35mm): 27 mm
Software: PhotoScape


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