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Gira-discos

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2010-05-18 00:01:56
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As doze badaladas das pequenas invençoes - Desafio By Veronica - Brincadeiras de Banzina

Gira Discos
Em 1878, Thomas Edison inventou um fonógrafo em lata que, produzia um som mau e as gravações estragavam-se ao fim de um dia de uso. Alexander Graham Bell tentou a sua sorte com o grafofone, que reproduzia sons através de um cilindro de cera. Cada cilindro tinha de ser gravado separadamente, tornando inviável a produção em série de uma mesma música. Emile Berliner, um alemão que se radicou em Washington, resolveu este problema, em 1887, ao inventar o gramofone, um sistema de gravação e reprodução de som que podia ser utilizado repetidamente, permitindo a feitura de várias cópias a partir de um original.
Este inventor optou também por deixar de parte os cilindros e começou a gravar em discos planos, objectos em vinil com estrias em espiral. Berliner fundou então a Gramophone Company com o intuito de produzir em série os discos e o aparelho que os punha a tocar, e, para promover a empresa, convenceu artistas famosos como Enrico Caruso a gravar para si. Para imagem de marca da empresa, utilizou o famoso quadro His Master's Voice, de Francis Barraud, onde aparece retratado um cão a ouvir a voz do seu dono através de um velho gramofone. O sistema de gravação de discos e o próprio gramofone foram vendidos à empresa Victor Talking Machine, que mais tarde adoptou a designação RCA. O gramofone tocava discos de 78 rotações por minuto (rpm) através de uma agulha que transportava as vibrações mecânicas saídas do vinil para um cone que amplificava o som. A partir de 1920, surge o gira-discos, o disco fica assente numa base redonda, que roda a uma velocidade constante, 33 1/3, 45 ou 78 rpm, movida por um motor, e é contactado por um braço com uma agulha na ponta, que transmite vibrações transformadas depois em impulsos eléctricos.
Os discos de 78 rpm continuaram a dominar o mercado até cerca de 1948, altura em que surgiram os primeiro discos de longa duração, que rodavam em 33 1/3 e 45 rpm, respectivamente Long Players (LP) e Singles. Além de um som ligeiramente melhor, tinham uma duração superior. Os de 78 rotações acabaram por desaparecer em 1957, depois de ter sido operada uma verdadeira revolução tecnológica destinada a tirar partido dos novos discos. O gira-discos é um aparelho hoje caído em desuso que emite música gravada em discos de vinil. O avanço tecnológico levou à criação do CD, de som cristalino e límpido, e ao declínio dos gira-discos, peças cada vez mais raras e a que só recorrem os fiéis do género.
exif / informação técnica
Máquina: EASTMAN KODAK COMPANY
Modelo: KODAK EASYSHARE C190 DIGITAL CAMERA
Exposição: 1/40
Abertura: f/3.3
ISO: 100
MeteringMode: Center-Weighted Average
Flash: Sim
Dist.Focal: 9.3 mm

favorita de 9
galardões
  • galardão visitas
    1000
    visitas
Veronica

Veronica

olhares.com/xerazade
Monte Estoril - Cascais- Lisboa,
Gira-discos
As doze badaladas das pequenas invençoes - Desafio By Veronica - Brincadeiras de Banzina

Gira Discos
Em 1878, Thomas Edison inventou um fonógrafo em lata que, produzia um som mau e as gravações estragavam-se ao fim de um dia de uso. Alexander Graham Bell tentou a sua sorte com o grafofone, que reproduzia sons através de um cilindro de cera. Cada cilindro tinha de ser gravado separadamente, tornando inviável a produção em série de uma mesma música. Emile Berliner, um alemão que se radicou em Washington, resolveu este problema, em 1887, ao inventar o gramofone, um sistema de gravação e reprodução de som que podia ser utilizado repetidamente, permitindo a feitura de várias cópias a partir de um original.
Este inventor optou também por deixar de parte os cilindros e começou a gravar em discos planos, objectos em vinil com estrias em espiral. Berliner fundou então a Gramophone Company com o intuito de produzir em série os discos e o aparelho que os punha a tocar, e, para promover a empresa, convenceu artistas famosos como Enrico Caruso a gravar para si. Para imagem de marca da empresa, utilizou o famoso quadro His Master's Voice, de Francis Barraud, onde aparece retratado um cão a ouvir a voz do seu dono através de um velho gramofone. O sistema de gravação de discos e o próprio gramofone foram vendidos à empresa Victor Talking Machine, que mais tarde adoptou a designação RCA. O gramofone tocava discos de 78 rotações por minuto (rpm) através de uma agulha que transportava as vibrações mecânicas saídas do vinil para um cone que amplificava o som. A partir de 1920, surge o gira-discos, o disco fica assente numa base redonda, que roda a uma velocidade constante, 33 1/3, 45 ou 78 rpm, movida por um motor, e é contactado por um braço com uma agulha na ponta, que transmite vibrações transformadas depois em impulsos eléctricos.
Os discos de 78 rpm continuaram a dominar o mercado até cerca de 1948, altura em que surgiram os primeiro discos de longa duração, que rodavam em 33 1/3 e 45 rpm, respectivamente Long Players (LP) e Singles. Além de um som ligeiramente melhor, tinham uma duração superior. Os de 78 rotações acabaram por desaparecer em 1957, depois de ter sido operada uma verdadeira revolução tecnológica destinada a tirar partido dos novos discos. O gira-discos é um aparelho hoje caído em desuso que emite música gravada em discos de vinil. O avanço tecnológico levou à criação do CD, de som cristalino e límpido, e ao declínio dos gira-discos, peças cada vez mais raras e a que só recorrem os fiéis do género.
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Máquina: EASTMAN KODAK COMPANY
Modelo: KODAK EASYSHARE C190 DIGITAL CAMERA
Exposição: 1/40
Abertura: f/3.3
ISO: 100
MeteringMode: Center-Weighted Average
Flash: Sim
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