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História

2015-08-08 00:32:54
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Caldas da Rainha ( Pq. D. Carlos I )

Quando, nos finais do séc. XIX, o arquitecto e administrador do Hospital Termal das Caldas da Rainha, Rodrigo Berquó, manda erigir um edifício para internar aquistas e fazer da cidade uma verdadeira estância termal europeia, estava longe de imaginar que jamais os "pavilhões do parque", como viriam a ser conhecidos, cumpririam essa função.

Durante mais de 100 anos estes pavilhões serviram para albergar um quartel militar, uma esquadra da polícia, uma escola secundária que também foi sede de associações, mas nunca tiveram com a realidade termal outra relação que não fosse o seu enquadramento paisagístico em frente ao lago do Parque D. Carlos I, construído também na mesma altura para servir de apoio às termas.

Os postais ilustrados retratam os pavilhões ao longo de décadas como um verdadeiro ícone da cidade, ao lado do antigo casino, dos balneários e do hospital termal mais antigo do mundo. Mas sucessivas gerações revelaram-se incapazes de concretizar um projecto termal e os pavilhões do parque acabaram por se deteriorar.
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Caldas da Rainha ( Pq. D. Carlos I )

Quando, nos finais do séc. XIX, o arquitecto e administrador do Hospital Termal das Caldas da Rainha, Rodrigo Berquó, manda erigir um edifício para internar aquistas e fazer da cidade uma verdadeira estância termal europeia, estava longe de imaginar que jamais os "pavilhões do parque", como viriam a ser conhecidos, cumpririam essa função.

Durante mais de 100 anos estes pavilhões serviram para albergar um quartel militar, uma esquadra da polícia, uma escola secundária que também foi sede de associações, mas nunca tiveram com a realidade termal outra relação que não fosse o seu enquadramento paisagístico em frente ao lago do Parque D. Carlos I, construído também na mesma altura para servir de apoio às termas.

Os postais ilustrados retratam os pavilhões ao longo de décadas como um verdadeiro ícone da cidade, ao lado do antigo casino, dos balneários e do hospital termal mais antigo do mundo. Mas sucessivas gerações revelaram-se incapazes de concretizar um projecto termal e os pavilhões do parque acabaram por se deteriorar.
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