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Animais/O chefe
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Animais/O chefe
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Alouatta caraya
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O bugio-preto ou bugio-do-pantanal (nome científico:Alouatta caraya)é uma espécie de primata do gênero Alouatta que habita florestas tropicais e savanas do sudoeste e centro do Brasil, nordeste da Argentina, leste da Bolívia e do Paraguai,e provavelmente, do extremo noroeste do Uruguai.[3][4] O macho adulto é preto, enquanto que as fêmeas e os juvenis são castanho-amarelados.[3] É a espécie do gênero que possui maior área de distribuição geográfica, sendo típico dos biomas do Pantanal e Cerrado, mas também é encontrado em áreas de floresta estacional semidecidual e até nos pampas gaúchos.[3][5]

O dimorfismo sexual é extremo, com os machos totalmente pretos, pesando em média 6,7kg e as fêmeas possuem uma coloração castanho-claro, pesando em média 4,5kg.[6] Os juvenis possuem a mesma coloração que as fêmeas, sendo que os machos passam a ser pretos quando atingem cerca de 5kg de peso.[6]

Os bugios são animais com uma dieta predominantemente folívora, embora, ela possa variar para dietas mais onívoras.[7][8] Tal regime alimentar dá boas perspectivas na conservação da espécie, que acaba precisando de uma área de vida menor do que espécies essencialmente frugívoras.[7]

Como as outras espécies do gênero Alouatta, os animais emitem vocalizações, muitas vezes de forma espontânea, que parece ter mais uma função na regulação do uso do território, sinalizando a outros grupos a posse de um determinado espaço.[9] Caso ocorra vocalizações de grupos estranhos no território de um determinado bando, o macho alpha apresenta vocalizações e inicia buscas na região em que tais vocalizações têm origem.[9]

Seu status de conservação é considerado "pouco preocupante", segundo a IUCN, pois possui uma ampla distribuição geográfica e ocorrência em muitas unidades de conservação do Brasil, Paraguai, Argentina e Bolívia, mas as populações estão decaindo.[2] A espécie não é considerada em risco de extinção no Brasil, de acordo com o IBAMA, entretanto, está incluído em categorias de ameaça em três listas regionais como "vulnerável" (Rio Grande do Sul e São Paulo[10]) e como "em perigo" (no Paraná).[11][12] No estado de São Paulo está restrito a pequenos fragmentos de cerrado e floresta estacional semidecidual.[10]

exif / informação técnica
Máquina: Canon
Modelo: Canon PowerShot SX530 HS
Exposição: 1/40 sec
Exposição (EV+/-): 0 step
Abertura: f/4
ISO: 250
Dist.Focal: 8.294mm
Dist.Focal (35mm):
Software: Windows Photo Editor 10.0.10011.16384

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Alouatta caraya
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O bugio-preto ou bugio-do-pantanal (nome científico:Alouatta caraya)é uma espécie de primata do gênero Alouatta que habita florestas tropicais e savanas do sudoeste e centro do Brasil, nordeste da Argentina, leste da Bolívia e do Paraguai,e provavelmente, do extremo noroeste do Uruguai.[3][4] O macho adulto é preto, enquanto que as fêmeas e os juvenis são castanho-amarelados.[3] É a espécie do gênero que possui maior área de distribuição geográfica, sendo típico dos biomas do Pantanal e Cerrado, mas também é encontrado em áreas de floresta estacional semidecidual e até nos pampas gaúchos.[3][5]

O dimorfismo sexual é extremo, com os machos totalmente pretos, pesando em média 6,7kg e as fêmeas possuem uma coloração castanho-claro, pesando em média 4,5kg.[6] Os juvenis possuem a mesma coloração que as fêmeas, sendo que os machos passam a ser pretos quando atingem cerca de 5kg de peso.[6]

Os bugios são animais com uma dieta predominantemente folívora, embora, ela possa variar para dietas mais onívoras.[7][8] Tal regime alimentar dá boas perspectivas na conservação da espécie, que acaba precisando de uma área de vida menor do que espécies essencialmente frugívoras.[7]

Como as outras espécies do gênero Alouatta, os animais emitem vocalizações, muitas vezes de forma espontânea, que parece ter mais uma função na regulação do uso do território, sinalizando a outros grupos a posse de um determinado espaço.[9] Caso ocorra vocalizações de grupos estranhos no território de um determinado bando, o macho alpha apresenta vocalizações e inicia buscas na região em que tais vocalizações têm origem.[9]

Seu status de conservação é considerado "pouco preocupante", segundo a IUCN, pois possui uma ampla distribuição geográfica e ocorrência em muitas unidades de conservação do Brasil, Paraguai, Argentina e Bolívia, mas as populações estão decaindo.[2] A espécie não é considerada em risco de extinção no Brasil, de acordo com o IBAMA, entretanto, está incluído em categorias de ameaça em três listas regionais como "vulnerável" (Rio Grande do Sul e São Paulo[10]) e como "em perigo" (no Paraná).[11][12] No estado de São Paulo está restrito a pequenos fragmentos de cerrado e floresta estacional semidecidual.[10]

Tag’s: bugio,preto,adulto,macho,macaco
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