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Oásis de história (ler sff)

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História

2017-11-07 11:32:24
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Deslumbre, beleza, grandiosidade, são ecos de um passado, são oásis de história.

O dia e a luz não terão sido os melhores mas, para mim, esse facto potenciou-lhe o mistério.

Quinta Museu da Bacalhôa

Considerada a mais bela quinta da primeira metade do século XV ainda existente em Portugal, a Quinta da Bacalhôa é uma antiga propriedade da Casa Real Portuguesa. Localizados em Azeitão, a Quinta e o famoso Palácio da Bacalhôa constituem um monumento artístico da maior relevância para o País.

No século XIV, a propriedade pertenceu, como quinta de recreio, a João, Infante de Portugal, filho do Rei D. João I. Herdou-a sua filha Dona Brites, casada com o segundo Duque de Viseu e mãe do Rei D. Manuel I. Os edifícios, os muros com torreões de cúpulas aos gomos e também o grande tanque mandados construir por Dona Brites chegaram aos nossos dias.

Em 1528, a quinta seria vendida a D. Brás de Albuquerque, filho primogénito de D. Afonso de Albuquerque. O novo proprietário, além de ter enriquecido as construções com belos azulejos, mandou construir uma harmoniosa "casa de prazer" junto ao lago e dois robustos pavilhões junto aos muros laterais. Nos finais do século XVI, a propriedade fazia parte do morgadio pertencente a D. Jerónimo Teles Barreto - descendente de Afonso de Albuquerque. Este morgadio viria a ser herdado por sua irmã, Dona Maria Mendonça de Albuquerque, casada com D. Jerónimo Manuel, conhecido pela alcunha de "Bacalhau". É muito provável que o nome "Bacalhôa", pelo qual veio a ficar conhecida a antiga Quinta de Vila Fresca, em Azeitão, se deva ao facto de a mulher de D. Jerónimo Manuel ser designada da mesma forma sarcástica.

Em 1936, o Palácio da Bacalhôa foi comprado e restaurado pela norte-americana Orlena Scoville, cujo neto encetou a missão, na década de 1970, de tornar a quinta uma das maiores produtoras de vinho em Portugal. A arquitetura do Palácio, bm como a sua decoração e jardins, foram influenciados ao longo dos séculos pelos diferentes proprietários, inspirados pelas suas viagens através da Europa, da África e do Oriente. Merece especial nota a colecção de azulejos portugueses do séc. XV e XVI que a adorna, evocando desenhos mouriscos e representando uma casa no lago com vista para a Quinta. Do interior ao exterior, o visitante poderá apreciar peças únicas de coleccionismo, incluindo o primeiro azulejo datado em Portugal, para além dos jardins e vinhas.

Actualmente, a Quinta da Bacalhôa pertence à Fundação Berardo, pertencente à família do mesmo nome e cujo patriarca é o Comendador José Berardo. A 23 de Junho de 1910 foi classificada como Monumento Nacional.
Na área em redor da Quinta da Bacalhôa, o visitante encontra vilas pitorescas, adegas e uma das paisagens mais belas e imponentes de Portugal - o parque natural da Arrábida.

http://bacalhoa.com/pt/enoturismo/list/scripts/core.htm?p=enoturismo&f=list&lang=pt&idcont=638
exif / informação técnica
Máquina: samsung
Modelo: SM-G935F
Exposição: 1/1900 sec
Exposição (EV+/-): 0 step
Abertura: f/1.7
ISO: 40
Dist.Focal: 4.2mm
Dist.Focal (35mm): 26 mm
Software: Adobe Photoshop Lightroom 5.3 (Windows)

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O dia e a luz não terão sido os melhores mas, para mim, esse facto potenciou-lhe o mistério.

Quinta Museu da Bacalhôa

Considerada a mais bela quinta da primeira metade do século XV ainda existente em Portugal, a Quinta da Bacalhôa é uma antiga propriedade da Casa Real Portuguesa. Localizados em Azeitão, a Quinta e o famoso Palácio da Bacalhôa constituem um monumento artístico da maior relevância para o País.

No século XIV, a propriedade pertenceu, como quinta de recreio, a João, Infante de Portugal, filho do Rei D. João I. Herdou-a sua filha Dona Brites, casada com o segundo Duque de Viseu e mãe do Rei D. Manuel I. Os edifícios, os muros com torreões de cúpulas aos gomos e também o grande tanque mandados construir por Dona Brites chegaram aos nossos dias.

Em 1528, a quinta seria vendida a D. Brás de Albuquerque, filho primogénito de D. Afonso de Albuquerque. O novo proprietário, além de ter enriquecido as construções com belos azulejos, mandou construir uma harmoniosa "casa de prazer" junto ao lago e dois robustos pavilhões junto aos muros laterais. Nos finais do século XVI, a propriedade fazia parte do morgadio pertencente a D. Jerónimo Teles Barreto - descendente de Afonso de Albuquerque. Este morgadio viria a ser herdado por sua irmã, Dona Maria Mendonça de Albuquerque, casada com D. Jerónimo Manuel, conhecido pela alcunha de "Bacalhau". É muito provável que o nome "Bacalhôa", pelo qual veio a ficar conhecida a antiga Quinta de Vila Fresca, em Azeitão, se deva ao facto de a mulher de D. Jerónimo Manuel ser designada da mesma forma sarcástica.

Em 1936, o Palácio da Bacalhôa foi comprado e restaurado pela norte-americana Orlena Scoville, cujo neto encetou a missão, na década de 1970, de tornar a quinta uma das maiores produtoras de vinho em Portugal. A arquitetura do Palácio, bm como a sua decoração e jardins, foram influenciados ao longo dos séculos pelos diferentes proprietários, inspirados pelas suas viagens através da Europa, da África e do Oriente. Merece especial nota a colecção de azulejos portugueses do séc. XV e XVI que a adorna, evocando desenhos mouriscos e representando uma casa no lago com vista para a Quinta. Do interior ao exterior, o visitante poderá apreciar peças únicas de coleccionismo, incluindo o primeiro azulejo datado em Portugal, para além dos jardins e vinhas.

Actualmente, a Quinta da Bacalhôa pertence à Fundação Berardo, pertencente à família do mesmo nome e cujo patriarca é o Comendador José Berardo. A 23 de Junho de 1910 foi classificada como Monumento Nacional.
Na área em redor da Quinta da Bacalhôa, o visitante encontra vilas pitorescas, adegas e uma das paisagens mais belas e imponentes de Portugal - o parque natural da Arrábida.

http://bacalhoa.com/pt/enoturismo/list/scripts/core.htm?p=enoturismo&f=list&lang=pt&idcont=638
Tag’s: H-história,oásis,Bacalhôa,Azeitão,Scoville,Berardo
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Dist.Focal (35mm): 26 mm
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