foto user
jorge pimenta
menu-mobile
Olhares
menu-mobile-right
Carregar
Gentes e Locais/Potter e Morfeu no cinema
fullscreen voltar lista nav-leftnav-right
Gentes e Locais/Potter e Morfeu no cinema
voltar lista nav-leftnav-right

Potter e Morfeu no cinema

fotografias > 

Gentes e Locais

2017-12-26 16:12:35
comentários (125) galardões descrição exif favorita de (155)
descrição
Harry Potter é uma estrela à escala mundial, dessas capazes de gerar receitas bilionárias e de influenciar hordas de jovens neste século XXI. A mim, o único que conseguiu foi fazer-me pertencer ao grupo de pessoas que adormeceram pelo menos um vez numa sala de cinema. Assim foi. Ao contrário do que habitualmente sucede, não entrei na saga do jovem feiticeiro pelo livro, mas sim pelo cinema: Harry Potter e a Pedra Filosofal, assim se chamava o primeiro título da coleção e a minha primeira aventura nos braços de Morfeu no interior de uma sala escura, ainda para mais em sessão de estreia, há já mais de quinze anos.
Poderia pensar num conjunto de álibis para o sucedido: o cansaço depois de uma longa e extenuante jornada de trabalho; a noite anterior mal dormida; até mesmo uma conjuntivite que me tivesse forçado a fechar os olhos enquanto a projeção se arrastava pelo tempo fora. Tudo poderia aqui invocar, tudo mais ou menos (in)verdade, mas o certo é que Mr. Potter e eu não conseguimos criar empatia e, enquanto ele encantava uma plateia de fãs entusiastas com peripécias próprias de um herói de todos os impossíveis, o mais que conseguiu em mim foi forçar o feitiço do sono de que apenas despertei no final quando as luzes da sala se acenderam.
Estava marcado o destino de Harry Potter e seus pares na minha galeria de interesses: zero – pensava eu. Até descobrir, por mera casualidade (sim, reitero que por acaso, já que nada no universo “potteriano” me desperta curiosidade), que a biblioteca de Hogwarts havia sido inspirada na centenária Livraria Lello & Irmão, na cidade do Porto. Suspirei e recordei-me da viagem que fiz pela primeira vez àquele templo do livro, era eu ainda rapaz de tenra idade. Depois do suspiro, a assunção do inevitável: mesmo quando tão desencontrados, há invariavelmente uma linha, pequena e ténue que seja, a aproximar duas pessoas... afinal Harry Potter não é assim tão desinteressante...
exif / informação técnica
Máquina: NIKON CORPORATION
Modelo: NIKON D750
Exposição: 1/60 sec
Exposição (EV+/-): 0 step
Abertura: f/4.5
ISO: 2800
Dist.Focal: 14mm
Dist.Focal (35mm): 14 mm
Software: Adobe Photoshop CS6 (Windows)

favorita de 155
galardões
  • galardão comentários
    125
    comentários
  • galardão partilhas
    partilhas
  • galardão favorito
    100
    favoritos
  • galardão popular
    foto
    popular
  • galardão curador
    curador
  • galardão curador
    curador
Potter e Morfeu no cinema
Harry Potter é uma estrela à escala mundial, dessas capazes de gerar receitas bilionárias e de influenciar hordas de jovens neste século XXI. A mim, o único que conseguiu foi fazer-me pertencer ao grupo de pessoas que adormeceram pelo menos um vez numa sala de cinema. Assim foi. Ao contrário do que habitualmente sucede, não entrei na saga do jovem feiticeiro pelo livro, mas sim pelo cinema: Harry Potter e a Pedra Filosofal, assim se chamava o primeiro título da coleção e a minha primeira aventura nos braços de Morfeu no interior de uma sala escura, ainda para mais em sessão de estreia, há já mais de quinze anos.
Poderia pensar num conjunto de álibis para o sucedido: o cansaço depois de uma longa e extenuante jornada de trabalho; a noite anterior mal dormida; até mesmo uma conjuntivite que me tivesse forçado a fechar os olhos enquanto a projeção se arrastava pelo tempo fora. Tudo poderia aqui invocar, tudo mais ou menos (in)verdade, mas o certo é que Mr. Potter e eu não conseguimos criar empatia e, enquanto ele encantava uma plateia de fãs entusiastas com peripécias próprias de um herói de todos os impossíveis, o mais que conseguiu em mim foi forçar o feitiço do sono de que apenas despertei no final quando as luzes da sala se acenderam.
Estava marcado o destino de Harry Potter e seus pares na minha galeria de interesses: zero – pensava eu. Até descobrir, por mera casualidade (sim, reitero que por acaso, já que nada no universo “potteriano” me desperta curiosidade), que a biblioteca de Hogwarts havia sido inspirada na centenária Livraria Lello & Irmão, na cidade do Porto. Suspirei e recordei-me da viagem que fiz pela primeira vez àquele templo do livro, era eu ainda rapaz de tenra idade. Depois do suspiro, a assunção do inevitável: mesmo quando tão desencontrados, há invariavelmente uma linha, pequena e ténue que seja, a aproximar duas pessoas... afinal Harry Potter não é assim tão desinteressante...
Tag’s: Lello,Porto,livraria,Harry Potter
comentários
galardões
  • galardão comentários
    125
    comentários
  • galardão partilhas
    partilhas
  • galardão favorito
    100
    favoritos
  • galardão popular
    foto
    popular
  • galardão curador
    curador

Máquina: NIKON CORPORATION
Modelo: NIKON D750
Exposição: 1/60 sec
Exposição (EV+/-): 0 step
Abertura: f/4.5
ISO: 2800
Dist.Focal: 14mm
Dist.Focal (35mm): 14 mm
Software: Adobe Photoshop CS6 (Windows)


favorita de (155)