Sara Rosário Pereira

Sara Rosário Pereira

Leiria, Portugal

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Sobre o Fotógrafo

Sara Rosário Pereira nasceu a onze de Janeiro de mil novecentos e noventa e três no antigo hospital da cidade de Leiria filha de Ramiro Pereira Rosário e Maria de Oliveira Carreira Rosário dez anos após o nascimento do seu segundo irmão, que nunca viera a conhecer, vitimas de uma doença que lhe impediu o conhecimento longínquo da vida.
Desde sempre vive numa pequena aldeia chamada Palmeiria, localizada na vila de Caranguejeira, concelho e distrito de Leiria. Visto que, durante a sua infância a sua mãe não tinha uma actividade profissional activa tardiamente começou a frequentar o jardim-escola passando unicamente um ano no mesmo. Confessa não se recordar do seu primeiro dia de aulas e também não são muitas as memórias que traz consigo desse tempo.
Era uma criança feliz, como acredita que são a maioria das crianças, mas com algumas inquietações vindas da parte das outras crianças essencialmente em relação ao seu físico nunca deixando que isso a abatesse. Entre brigas ódios e amizades foi crescendo e aprendendo com os erros, amores, desilusões ou simplesmente com o passar dos dias.
Actualmente frequenta o 12º ano na área de ciências e tecnologias na Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo pretendendo no próximo ano terminar o secundário e ingressar na universidade em alguma área relacionada com a saúde, a qual ainda não conseguiu decidir.
Pratica dança moderna desde os onze anos de idade e mais recentemente, à cerca de dois anos atrás, iniciou-se no ballet clássico. Considera a dança essencial ao seu bem-estar e admite-a como uma paixão.
Não fosse ela uma verdadeira apaixonada, adora passar momentos da noite a olhar (e até mesmo falar) para as estrelas assim como escutar o ruído do mar. Sempre que tem vontade, escreve o que lhe vai na alma. Escreve para desabafar, para dizer no papel o que não pode dizer em voz alta ou simplesmente porque se sente mais aliviada. A fotografia é outra forma de se sentir mais leve. Recorda-se de fazer visitas de estudo, com a sua máquina de rolo ao peito, ocupá-lo por inteiro e ao chegar a casa a sua mãe achar aquilo impossível. Já desde essa altura o gosto pela fotografia fermentava dentro dela mas só recentemente o gosto cresceu passando um pouco a “vício”.
Tudo começou com um dia de chuva. Sara saiu à rua, e pôs-se a fotografar algumas plantas com as suas gotículas, a partir daí, não parou mais!