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Gonçalo Afonso Dias

Oeiras / Luanda,
http://olhares.sapo.pt/gad

2012-10-05
"Cheguei ontem de mais uma viagem a Angola.
Passo por aqui, agora, para agradecer tantas palavras amigas que me foram dirigidas na foto que aqui deixei (Fui... -http://olhares.sapo.pt/africa-foto5407261.html?nav1 ) quando deixei...
A todos ela é dedicada mas especialmente a uma angolana como eu - a Júlia - uma mulher muito especial e que tem um coração do tamanho de Angola.
Pode ser que volte, passada a revolta que me fez deixar-vos. Pode ser.

2012-09-02
"Algum dia tinha de ser.
Desta vez não vou apenas "fumar um cigarro"...
Senti-me verdadeiramente insultado com a escolha desta Administração para a "Foto do mês". E senti também que foram insultados todos os bons autores que aqui partilham os seus trabalhos feitos com alma, com conhecimento, com rigor.
Já não me identifico com "isto"... Acho que bateu no fundo.
No fundo da ignorância...
Só gente absolutamente ignorante e desconhecedora do que é a fotografia, dos significados que ela pode ter, das emoções que pode transmitir se permite ignorar tanta boa fotografia que por aqui (ainda) se vai vendo, de tantos verdadeiros fotógrafos que aqui (ainda) vão partilhando os seus trabalhos.
Alguns dirão "não dês tanta importância a isto..." mas acontece que, tudo o que faço tem de ter um sentido e cada vez menos aqui estar faz qualquer sentido.
Continuarei a publicar e a partilhar os meus trabalhos no meu blogue - Gonçalo Afonso Dias - artes e Ofícios - em http://www.goncaload-artes.blogspot.pt/
Um grande abraço para todos/as aqueles que têm, com amizade e com carinho, acompanhado o meu trabalho, incentivando-me, motivando-me.
Esse carinho e essas amizades não se descartam.
Bem hajam!

Podem também visitar-me no Facebook em: http://www.facebook.com/GAD64?skip_nax_wizard=true"

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"O que me interessa, em fotografia, são as pessoas."

"Fotografar, sobretudo na área do fotojornalismo é, de certo modo, um acto cruel.
Os sentimentos crescem connosco, fazem-nos melhores ou piores pessoas, mais ou menos sensíveis, com maior ou menor compaixão.
O fotógrafo, em muitas situações , transforma-se num predador. Só assim é possível, em determinados momentos, registar a verdade. Depois, dependendo de cada um, chora-se. Quase sempre em silêncio, como se se carregasse uma culpa.\"

\" Fotografar é para mim como respirar. Não serei eu a decidir o momento para deixar de o fazer \"

\"Por vezes é importante uma \"interrupção dos ciclos\". De outro modo dificilmente se consegue um distanciamento que nos permita uma reflexão (auto) crítica sobre a forma e sobre os conteúdos de qualquer actividade de expressão artística. Volta-se, também ciclicamente, diria mesmo inevitavelmente... É aquilo a que chamo \'tempo ganho\' onde impera o auto-retrato sem máquina. \"

\"Comecei a fotografar mais \"a sério\" em 2004 depois de me ver atirado para uma cadeira de rodas vítima de um AVC de que estou praticamente recuperado, felizmente. Encontrei, nesse tempo duro onde o vazio imperava, uma motivação decisiva para dar um uso diferente - das fotografias de família ou de trabalho - para a memorável G5 que tinha na altura) à medida que, por outras razões ou dedicações (O meu blogue, a arquitectura que tenho feito, etc.). Comecei, como disse, a fotografar muito tarde - tenho 47 anos - talvez por me sentir inibido perante o \"peso\" da obra fotográfica do meu pai (Carlos Afonso Dias). Hoje que ele já partiu, cada clique que faço é, de certo modo, uma homenagem que lhe presto. (GAD, 02-2012)

«Tenho alguma dificuldade em aceitar qualquer género de fotografia precedido de um "de" (Fotogradia de Moda, Fotografia de Estúdio, Fotografia de Arquitectura, também).
Para mim, há apenas Fotografia.
Dentro da fotografia há inúmeros caminhos; todos válidos, todos importantes desde que percorridos de um modo sério, coerente e empenhado. Embora não seja a minha vocação, entendo que a fotografia, na arte, pode ser (em limite) apenas um suporte, um ponto de partida para outras formas mais elaboradas (manipuladas, sofisticadas... ?!) de expressão.» (GAD 02-2012)

«Eu parto de um princípio simples; qualquer fotografia é, também de certo modo, um auto-retrato do seu autor.
Por outro lado, o conceito de "Site de Fotografia, é relativamente abstracto - para mim há sítios onde os fotógrafos partilham os seus trabalhos e, evidentemente, os seus sentimentos, as emoções que a eles estão associadas.
Desse ponto de vista, um texto, um poema, um "convite" a ouvir uma música, um desabafo, até... complementam (e melhor informam) o olhar do autor.
A arte e neste caso, a fotografia, é (acredito) um "produto" contaminado pelas distintas experiências (de vida, acima de tudo) de quem a faz.
Tudo é importante - os filmes que se viram, os livros que se leram, até as mulheres que se amaram.
Na minha opinião, e para não ser maçador, a abrangência ou, se quiseres, a envolvência de qualquer partilha pode ( e deve) ser muito esclarecedora.
Os "exifs" têm muita importância, ou deviam ter. Acho mesmo que devia ser uma norma. Pode-se aprender muito com eles.
Depois, há o (já referido) mundo das emoções, dos sentidos... sem ele, assumindo uma postura meramente "cerebral", pragmática, a mensagem perde muito do seu sentido.» (GAD 03-2012)