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História/A robustez que resiste (ler sff)
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A robustez que resiste (ler sff)

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História

2016-12-20 23:45:11
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A aparente beleza e fragilidade do novo e a robustez e magia que resiste ao tempo. Foi o que senti a quando da visita a linhares da Beira.

Castelo de Linhares da Beira

Situado num cabeço rochoso num contraforte a noroeste da serra da Estrela, domina o vale do rio Mondego. O seu passado mergulha nas lendas, sendo considerado uma das fortificações medievais mais importantes da Beira Alta Interior.

Integrado no sistema defensivo beirão, foi construído a mais de 800 m de altitude, num terreno desnivelado e rochoso. Existia já com D. Sancho I e foi reformado por D. Dinis em 1291. Apresenta 2 recintos amuralhados, 2 torres, 4 portas e 2 cisternas, tendo sido intervencionado a partir dos anos 40. Trata-se de uma construção imponente, integrada na linha de fortalezas da região beirã. Esta importante estratégia defensiva foi sendo construída desde os tempos do Fundador da dinastia para proteger o flanco leste do território de possíveis investidas inimigas. Deste vasto conjunto de castelos podem ser mencionados os de Marialva, Moreira de Rei, Trancoso, Celorico da Beira, entre outros. O Castelo de Linhares, Monumento Nacional desde 1922, exibe duas torres, a de Menagem e a Torre do relógio. O circuito interior envolvido pelas muralhas está dividido em dois espaços fechados: um deles, a Oeste, de maior dimensão, pode ter funcionado como ponto de apoio à torre de Menagem, sendo, portanto uma zona militar onde estão localizadas as cisternas; já o outro, a Este, serviu de resguardo das populações da vila e dos bens essenciais à sobrevivência em caso de cerco ou de ataques inimigos. Dotado de um longo perímetro amuralhado por onde se estendem os adarves, ou caminhos de ronda a descoberto, e as escadas de acesso.


http://www.aldeiashistoricasdeportugal.com/o-que-ver/castelo-4
exif / informação técnica
Máquina: Panasonic
Modelo: DMC-FS20
Exposição: 1/160 sec
Exposição (EV+/-): 0 step
Abertura: f/4
ISO: 100
Dist.Focal: 5.2mm
Dist.Focal (35mm): 30 mm
Software: Adobe Photoshop Lightroom 5.3 (Windows)

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A robustez que resiste (ler sff)
A aparente beleza e fragilidade do novo e a robustez e magia que resiste ao tempo. Foi o que senti a quando da visita a linhares da Beira.

Castelo de Linhares da Beira

Situado num cabeço rochoso num contraforte a noroeste da serra da Estrela, domina o vale do rio Mondego. O seu passado mergulha nas lendas, sendo considerado uma das fortificações medievais mais importantes da Beira Alta Interior.

Integrado no sistema defensivo beirão, foi construído a mais de 800 m de altitude, num terreno desnivelado e rochoso. Existia já com D. Sancho I e foi reformado por D. Dinis em 1291. Apresenta 2 recintos amuralhados, 2 torres, 4 portas e 2 cisternas, tendo sido intervencionado a partir dos anos 40. Trata-se de uma construção imponente, integrada na linha de fortalezas da região beirã. Esta importante estratégia defensiva foi sendo construída desde os tempos do Fundador da dinastia para proteger o flanco leste do território de possíveis investidas inimigas. Deste vasto conjunto de castelos podem ser mencionados os de Marialva, Moreira de Rei, Trancoso, Celorico da Beira, entre outros. O Castelo de Linhares, Monumento Nacional desde 1922, exibe duas torres, a de Menagem e a Torre do relógio. O circuito interior envolvido pelas muralhas está dividido em dois espaços fechados: um deles, a Oeste, de maior dimensão, pode ter funcionado como ponto de apoio à torre de Menagem, sendo, portanto uma zona militar onde estão localizadas as cisternas; já o outro, a Este, serviu de resguardo das populações da vila e dos bens essenciais à sobrevivência em caso de cerco ou de ataques inimigos. Dotado de um longo perímetro amuralhado por onde se estendem os adarves, ou caminhos de ronda a descoberto, e as escadas de acesso.


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Tag’s: H-castelo,muralha,Linhares,robustez,Beira Alta
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