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História/Angra do Heroísmo
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Angra do Heroísmo

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História

2008-03-12 21:52:47
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descrição
A cidade de Angra do Heroísmo, vista através das janelas da torrinha do Palacete Comendador Silveira e Paulo (actual Direcção Regional da Cultura).
No vidro cor-de-laranja vê-se a Igreja da Sé.

* * *

Um pouco de história:

"Este palacete foi mandado construir por João Jorge da Silveira e Paulo, que era originário de uma modesta família de Santo Amaro do Pico, onde nasceu em 1857. O negócio do cacau em São Tomé trouxe uma apreciável prosperidade económica a esta família. Quatro dos irmãos construíram fortuna e formaram uma importante sociedade, proprietária da roça "Colónia Açoriana". Consolidada a sua fortuna, João Jorge da Silveira e Paulo , no final do Séc. XIX adquiriu em Angra o Solar dos Noronhas, após lhe ter sido atribuído o título de fidalgo-cavaleiro da Casa Real. Este mandou demolir o solar e construir o palacete com mirante que hoje conhecemos. As obras principiaram em Abril de 1900. O palacete Silveira e Paulo é um edifício que revela uma excelente qualidade construtiva, com recurso aos melhores materiais da época, e a intervenção de várias Artes e Ofícios na decoração das salas e salões. Algumas das características distintivas deste palacete são os sobrados e pavimentos marchetados em madeiras de vários tons e espécies, os ferros fundidos das sacadas e torre, assim como a profusão de sancas decorativas em gesso com acabamento em folha de ouro, prata e pintura polícroma. O palacete foi comprado pelo Estado em 1937, tendo sido sujeito a obras de reparação e adaptação, para o funcionamento da Escola Comercial e Industrial. A escola foi fundada em 1899 e começou a funcionar no novo edifício em 1939. Aquando da extinção das Escolas Comerciais e Industriais decorrente da Revolução de 25 de Abril, ali passou a funcionar o Ciclo Preparatório, anexo à Escola Secundária Pe. Jerónimo Emiliano de Andrade, assim como o Conservatório Regional a partir do sismo de 1980. No início deste Século foi entregue à Direcção Regional da Cultura, tendo sido sujeito a obras de restauro e adaptação, respeitando a sua traça original."
exif / informação técnica
Maquina: NIKON
Modelo: E4600
Exposição: 10/3019
Abertura: 49/10
ISO: 50
MeteringMode: 5
Flash: 24
Dist.Focal: 57/10

Editada em photoshop
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Angra do Heroísmo
A cidade de Angra do Heroísmo, vista através das janelas da torrinha do Palacete Comendador Silveira e Paulo (actual Direcção Regional da Cultura).
No vidro cor-de-laranja vê-se a Igreja da Sé.

* * *

Um pouco de história:

"Este palacete foi mandado construir por João Jorge da Silveira e Paulo, que era originário de uma modesta família de Santo Amaro do Pico, onde nasceu em 1857. O negócio do cacau em São Tomé trouxe uma apreciável prosperidade económica a esta família. Quatro dos irmãos construíram fortuna e formaram uma importante sociedade, proprietária da roça "Colónia Açoriana". Consolidada a sua fortuna, João Jorge da Silveira e Paulo , no final do Séc. XIX adquiriu em Angra o Solar dos Noronhas, após lhe ter sido atribuído o título de fidalgo-cavaleiro da Casa Real. Este mandou demolir o solar e construir o palacete com mirante que hoje conhecemos. As obras principiaram em Abril de 1900. O palacete Silveira e Paulo é um edifício que revela uma excelente qualidade construtiva, com recurso aos melhores materiais da época, e a intervenção de várias Artes e Ofícios na decoração das salas e salões. Algumas das características distintivas deste palacete são os sobrados e pavimentos marchetados em madeiras de vários tons e espécies, os ferros fundidos das sacadas e torre, assim como a profusão de sancas decorativas em gesso com acabamento em folha de ouro, prata e pintura polícroma. O palacete foi comprado pelo Estado em 1937, tendo sido sujeito a obras de reparação e adaptação, para o funcionamento da Escola Comercial e Industrial. A escola foi fundada em 1899 e começou a funcionar no novo edifício em 1939. Aquando da extinção das Escolas Comerciais e Industriais decorrente da Revolução de 25 de Abril, ali passou a funcionar o Ciclo Preparatório, anexo à Escola Secundária Pe. Jerónimo Emiliano de Andrade, assim como o Conservatório Regional a partir do sismo de 1980. No início deste Século foi entregue à Direcção Regional da Cultura, tendo sido sujeito a obras de restauro e adaptação, respeitando a sua traça original."
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MeteringMode: 5
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