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Estou muito a par...

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Outros

2011-07-11 16:34:23
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descrição
Da situação
Só não tenho nada
Na minha mão
Porque sou um pobre coitado
Só me querem ver deitado
Mas já na sepultura não
Que eu ainda tenho um pão
Está muito bafiento
Pois eu durmo ao relento
Mas não me faz tão mal
Como esses plásticos e tal
Que nos querem impingir
Mesmo que a fingir
Mas o discernimento ainda aqui mora
Nem que seja por mais um hora
Vai ser o suficiente
Para não me transformar num deficiente
Daqueles dependentes
Que nem vergonha têm nos dentes
Vão por arrasto
Nesta multidão sem lastro
Que não defende o interno
Disfarçadamente compra o externo
E depois vai implorar
Para viver de papo para o ar
Estudei tornei-me independente
Mas no fundo nada sabe cá pra gente
Por favor quero o euromilhões
Só tenho uns míseros tostões
Roubam tudo a toda a gente
Não sei o que têm em mente
Fazer parte do grupo bem
Mesmo mostrando o que não tem
Eu prefiro ser diferente
E mostrar sempre a minha frente
Não fui eleito
Nem tenho jeito
Para ser amigo do peito
Roto, sujo e mal cheiroso
Mas sempre muito honroso
A par da situação
Mesmo que isso custe a minha mão
E assim morrerei
Longe de ser um rei
Mas a história também falará
Dos que andaram por cá
Lutaram e morreram então
Mas contribuíram mais para a evolução
Aqueles que só pensam na engorda
Parecem o porco da minha sogra

Poema da minha autoria para festejar tudo o que está à nossa volta e funciona às mil maravilhas!!
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    foto
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Estou muito a par...
Da situação
Só não tenho nada
Na minha mão
Porque sou um pobre coitado
Só me querem ver deitado
Mas já na sepultura não
Que eu ainda tenho um pão
Está muito bafiento
Pois eu durmo ao relento
Mas não me faz tão mal
Como esses plásticos e tal
Que nos querem impingir
Mesmo que a fingir
Mas o discernimento ainda aqui mora
Nem que seja por mais um hora
Vai ser o suficiente
Para não me transformar num deficiente
Daqueles dependentes
Que nem vergonha têm nos dentes
Vão por arrasto
Nesta multidão sem lastro
Que não defende o interno
Disfarçadamente compra o externo
E depois vai implorar
Para viver de papo para o ar
Estudei tornei-me independente
Mas no fundo nada sabe cá pra gente
Por favor quero o euromilhões
Só tenho uns míseros tostões
Roubam tudo a toda a gente
Não sei o que têm em mente
Fazer parte do grupo bem
Mesmo mostrando o que não tem
Eu prefiro ser diferente
E mostrar sempre a minha frente
Não fui eleito
Nem tenho jeito
Para ser amigo do peito
Roto, sujo e mal cheiroso
Mas sempre muito honroso
A par da situação
Mesmo que isso custe a minha mão
E assim morrerei
Longe de ser um rei
Mas a história também falará
Dos que andaram por cá
Lutaram e morreram então
Mas contribuíram mais para a evolução
Aqueles que só pensam na engorda
Parecem o porco da minha sogra

Poema da minha autoria para festejar tudo o que está à nossa volta e funciona às mil maravilhas!!
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