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No Olhares desde 08-03-2008

Fidalgo Pedrosa

Lisboa, Portugal
//olhares.sapo.pt/fidalgopedrosa

o autor e a fotografia

Fotografa por paixão e como expressão pessoal, expondo a “preto e branco” por opção, mas não gosta de espartilhos ou dogmas.

Fotografa no exterior, de forma direta, espontânea, furtiva e discreta e igualmente com a proximidade e o consentimento das pessoas retratadas.

As suas imagens são maioritariamente centradas em pessoas. Gosta de fotografar a silhueta humana e a pessoa só. Tenta colocar o ser humano como o centro de todas as emoções e ações. Gosta do “momento decisivo” e do “momento certo”.

Gosta de fazer imagens cénicas, estéticas e geométricas com o elemento humano numa relação de escalas diferenciada, subvertendo e valorizando assim, quer a envolvente arquitectónica e gráfica, quer o ser humano como elemento “construtor” da cidade e da vida social.

Fazer fotografias onde o sentimento, o movimento, o humor e a ironia estejam presentes, numa tentativa de “fotografar o que não vê”, é um dos seus objetivos.

A essência da fotografia de rua é a captura de momentos que não se repetirão, perpetuando expressões, linguagem corporal, gestos e atitudes em interação social, com a envolvente gráfica, arquitetónica e ambiental, em instantes fugazes de coincidências únicas.

[Todos somos Observados. Todos somos Observadores]

Quando permanecemos ou nos deslocamos em lugares públicos o nosso comportamento e movimentos, as nossas expressões, atitudes e gestos são Observados e sem que nos apercebamos ou imaginemos, os outros, discretamente, observam o que fazemos e por onde passamos.

Tornamo-nos assim, aos olhos dos Observadores, atores involuntários participantes de estórias imaginárias e imaginadas onde os “enredos” de amor e ódio, alegria e tristeza, encontros e desencontros, coincidências gráficas ou geométricas, momentos decisivos, por vezes irónicos, únicos e irrepetíveis, acontecem, qual palco de teatro de inúmeros cenários e atores que vão, respetivamente, mudando e alternando.

A vida é feita de inúmeras realidades, surpresas e espantos e a Observação e curiosidade pelos outros são uma fonte de aprendizagem e experiência inesgotável.

É neste contexto que a Fotografia de rua com a captura de “partes do tempo” e registo de momentos de vida tal e qual ela decorre nos diferentes palcos urbanos e interacções sociais, encontra um “espaço” privilegiado, permitindo com um “olhar” furtivo, discreto e Observador, registar momentos únicos de prazer estético, de informação e/ou conhecimento.

Considera a Fotografia como uma Arte capaz de transmitir ideias, emoções, conhecimento, surpresa, fascínio e alerta social.

Para mim, a fotografia é um reconhecimento simultâneo, numa fração de segundo, do significado do acontecimento, bem como da precisa organização das formas que dá ao acontecimento a sua exata expressão" (Henri Cartier-Bresson)



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