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História do Rio Douro – I I (Abra a imagem p.f

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Paisagem Natural

2019-03-14 12:30:46
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O Douro é o 2º maior rio da península Ibérica. Nasce no Norte de Espanha a 2080 metros de altitude na província de Sória, nos picos da Serra de Urbião (Sierra de Urbión) e percorre 850 kms até à sua Foz em Portugal junto às cidades do Porto e de Vila Nova de Gaia.

Em Espanha passa junto às cidades Sória, Aranda de Duero, Valladolid, Tordesilhas e Zamora.

No Douro Internacional, onde o rio delimita a fronteira entre Portugal e Espanha, percorre 112 quilómetros, passando junto à cidade de Miranda do Douro.

Entra em Portugal em Barca D’Alva, e percorre 213 até à sua Foz. Passa junto às localidades de Vila Nova de Foz Côa, Peso da Régua, desaguando junto ao Porto e Vila Nova de Gaia.

O Douro, mais do que um rio foi desde tempos remotos uma artéria central da vida da região, sendo um canal de transporte essencial no transporte do vinho do Douro e de pessoas. Mas o Douro antigamente era um rio perigoso e indomável onde apenas os barcos Rabelo conseguiam navegar. Cheio de correntes e baixios exigiam grande perícia e experiência para o navegar. Eram outros tempos, mas os tempos mudaram. Hoje em dia o Douro, com a construção de diversas barragens ao longo do seu curso é um rio completamente navegável e seguro o que tem permitido o seu aproveitamento turístico através de inúmeros cruzeiros que o percorrem diariamente.

Ao subir o rio podemos encontrar várias barragens, 5 em Portugal, 5 no troço do Douro internacional e 5 em Espanha.

As barragens do Douro em território português são:

• Barragem de Crestuma-Lever
• Barragem do Carrapatelo
• Barragem de Bagaúste (Régua)
• Barragem da Valeira
• Barragem do Pocinho

No Douro internacional, onde o rio faz a fronteira com Espanha, existem mais 5 barragens: Saucelle, Aldeadávila, Bemposta, Picote e Miranda. Em Espanha o Douro tem mais 5 barragens: Castro, Villalcampo, San José, Los Rábanos e Cuerda del Pozo.

As barragens permitiram a criação do Canal de Navegação do Douro, uma hidrovia com cerca de 200kms desde a Foz até Barca d'Alva onde os Cruzeiros no Rio Douro transportam milhares de passageiros todos os anos. As barragens permitem ainda a produção de energia eléctrica e a gestão do caudal do rio. O rio Douro tem um grande desnível. No troço internacional o declive médio é de cerca de 3m por quilómetro, pelo que aqui encontramos 5 barragens num troço de 112 quilómetros.

A origem do nome "Douro"

Existem diversas teorias para a designação do nome do rio Douro. Uma delas diz que o nome provém da designação durque em Celta significa água. Outra diz que provém do latim duris que significa duro, pela dureza dos seus contornos ao longo das altas escarpas das Aribas do Douro no troço internacional do rio entre Barca D’Alva e Miranda do Douro.

Pode ainda de significar a riqueza que ele dá às terras que o rodeiam, o clima que permite a produção de vinho, a pesca, a irrigação dos campos e o meio de transporte entre as povoações nas suas margens deste tempos memoriáveis.

A região vinhateira do Alto Douro foi considerada pela UNESCO em 14 de Dezembro de 2001 Património da Humanidade na categoria de paisagem cultural.
exif / informação técnica
Máquina: NIKON CORPORATION
Modelo: NIKON D3100
Exposição: 1/250 sec
Exposição (EV+/-): 0 step
Abertura: f/8
ISO: 100
Dist.Focal: 24mm
Dist.Focal (35mm): 36 mm
Software: Ver.1.01

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História do Rio Douro – I I (Abra a imagem p.f
O Douro é o 2º maior rio da península Ibérica. Nasce no Norte de Espanha a 2080 metros de altitude na província de Sória, nos picos da Serra de Urbião (Sierra de Urbión) e percorre 850 kms até à sua Foz em Portugal junto às cidades do Porto e de Vila Nova de Gaia.

Em Espanha passa junto às cidades Sória, Aranda de Duero, Valladolid, Tordesilhas e Zamora.

No Douro Internacional, onde o rio delimita a fronteira entre Portugal e Espanha, percorre 112 quilómetros, passando junto à cidade de Miranda do Douro.

Entra em Portugal em Barca D’Alva, e percorre 213 até à sua Foz. Passa junto às localidades de Vila Nova de Foz Côa, Peso da Régua, desaguando junto ao Porto e Vila Nova de Gaia.

O Douro, mais do que um rio foi desde tempos remotos uma artéria central da vida da região, sendo um canal de transporte essencial no transporte do vinho do Douro e de pessoas. Mas o Douro antigamente era um rio perigoso e indomável onde apenas os barcos Rabelo conseguiam navegar. Cheio de correntes e baixios exigiam grande perícia e experiência para o navegar. Eram outros tempos, mas os tempos mudaram. Hoje em dia o Douro, com a construção de diversas barragens ao longo do seu curso é um rio completamente navegável e seguro o que tem permitido o seu aproveitamento turístico através de inúmeros cruzeiros que o percorrem diariamente.

Ao subir o rio podemos encontrar várias barragens, 5 em Portugal, 5 no troço do Douro internacional e 5 em Espanha.

As barragens do Douro em território português são:

• Barragem de Crestuma-Lever
• Barragem do Carrapatelo
• Barragem de Bagaúste (Régua)
• Barragem da Valeira
• Barragem do Pocinho

No Douro internacional, onde o rio faz a fronteira com Espanha, existem mais 5 barragens: Saucelle, Aldeadávila, Bemposta, Picote e Miranda. Em Espanha o Douro tem mais 5 barragens: Castro, Villalcampo, San José, Los Rábanos e Cuerda del Pozo.

As barragens permitiram a criação do Canal de Navegação do Douro, uma hidrovia com cerca de 200kms desde a Foz até Barca d'Alva onde os Cruzeiros no Rio Douro transportam milhares de passageiros todos os anos. As barragens permitem ainda a produção de energia eléctrica e a gestão do caudal do rio. O rio Douro tem um grande desnível. No troço internacional o declive médio é de cerca de 3m por quilómetro, pelo que aqui encontramos 5 barragens num troço de 112 quilómetros.

A origem do nome "Douro"

Existem diversas teorias para a designação do nome do rio Douro. Uma delas diz que o nome provém da designação durque em Celta significa água. Outra diz que provém do latim duris que significa duro, pela dureza dos seus contornos ao longo das altas escarpas das Aribas do Douro no troço internacional do rio entre Barca D’Alva e Miranda do Douro.

Pode ainda de significar a riqueza que ele dá às terras que o rodeiam, o clima que permite a produção de vinho, a pesca, a irrigação dos campos e o meio de transporte entre as povoações nas suas margens deste tempos memoriáveis.

A região vinhateira do Alto Douro foi considerada pela UNESCO em 14 de Dezembro de 2001 Património da Humanidade na categoria de paisagem cultural.
Tag’s: Régua,Porto,V.N.de Gaia,Avintes
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Máquina: NIKON CORPORATION
Modelo: NIKON D3100
Exposição: 1/250 sec
Exposição (EV+/-): 0 step
Abertura: f/8
ISO: 100
Dist.Focal: 24mm
Dist.Focal (35mm): 36 mm
Software: Ver.1.01


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