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Espetáculos/III. Mão Morta: 7 dias, 7 registos
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III. Mão Morta: 7 dias, 7 registos

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Espetáculos

2013-07-05 00:03:23
comentários (49) galardões descrição exif favorita de (26)
descrição
III. Mão Morta: 7 dias, 7 registos

Do excesso ao absurdo, apenas um pequeno passo e tantos foram os episódios que os Mão Morta protagonizaram em palco que lhes valeram o epíteto de debochados e anarquistas: linguagem hardcore, confrontos com a polícia, insinuações sexuais, mas, de todas as cenas, a mais incrível foi a do próprio Adolfo Luxúria Canibal a cortar os pulsos em palco, naquilo que parecia apenas um momento cénico de maior arrojo, enquanto o público ululava em êxtase - mas não era.
No Theatro Circo, dois momentos únicos que assisti ao vivo: um, no início dos anos 90, com a sala magna da cidade de Braga a rebentar pelas costuras e toda a assistência rendida à energia apocalítica e escatológica dos Mãos Morta que se ergueu numa histeria coletiva que viria a arrasar literalmente a sala de espetáculos (depois do concerto, o Theatro Circo fechou para remodelação). Outro, quase duas décadas depois, o do regresso dos Mão Morta ao Theatro Circo, já de cara lavada, depois de recuperado o esplendor perdido naquele dia de levitação incontida, desta vez num concerto mais sereno, controlado, intimista até, porque os desalinhados de 1993 estavam, já, não com 20 anos mas com 40 :). Que estranho assistir a um concerto de Mão Morta sentado em cadeira de veludo encarnado, apenas a agitar a perna marcando o compasso das melodias :)
Recordo uma tirada do Adolfo a propósito do Theatro Circo, no segundo espetáculo; disse, então, qualquer coisa como "bem-vindos ao Theatro Circo, esta sala maravilhosa que nós próprios ajudamos a remodelar". :)
GNRation, em 2013, trouxe uns Mão Morta maduros musical e humanamente. Afinal, tudo tem o seu tempo.
exif / informação técnica
Máquina: Nikon Corporation
Modelo: NIKON D5100
Objectiva: AF-D G 18-55mm f/3.5-5.6
Foco: AF-A �
Programa: Shutter Priority
Exposição (EV+/-): 0 EV
Exposição: 1/20s
Abertura: f/4
ISO: 1600
Flash: Did Not Fire
Dist. Focal: 22 mm
Dist. Focal 35mm: 33 mm
Software: PhotoScape

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Do excesso ao absurdo, apenas um pequeno passo e tantos foram os episódios que os Mão Morta protagonizaram em palco que lhes valeram o epíteto de debochados e anarquistas: linguagem hardcore, confrontos com a polícia, insinuações sexuais, mas, de todas as cenas, a mais incrível foi a do próprio Adolfo Luxúria Canibal a cortar os pulsos em palco, naquilo que parecia apenas um momento cénico de maior arrojo, enquanto o público ululava em êxtase - mas não era.
No Theatro Circo, dois momentos únicos que assisti ao vivo: um, no início dos anos 90, com a sala magna da cidade de Braga a rebentar pelas costuras e toda a assistência rendida à energia apocalítica e escatológica dos Mãos Morta que se ergueu numa histeria coletiva que viria a arrasar literalmente a sala de espetáculos (depois do concerto, o Theatro Circo fechou para remodelação). Outro, quase duas décadas depois, o do regresso dos Mão Morta ao Theatro Circo, já de cara lavada, depois de recuperado o esplendor perdido naquele dia de levitação incontida, desta vez num concerto mais sereno, controlado, intimista até, porque os desalinhados de 1993 estavam, já, não com 20 anos mas com 40 :). Que estranho assistir a um concerto de Mão Morta sentado em cadeira de veludo encarnado, apenas a agitar a perna marcando o compasso das melodias :)
Recordo uma tirada do Adolfo a propósito do Theatro Circo, no segundo espetáculo; disse, então, qualquer coisa como "bem-vindos ao Theatro Circo, esta sala maravilhosa que nós próprios ajudamos a remodelar". :)
GNRation, em 2013, trouxe uns Mão Morta maduros musical e humanamente. Afinal, tudo tem o seu tempo.
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Foco: AF-A �
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Exposição: 1/20s
Abertura: f/4
ISO: 1600
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Dist. Focal: 22 mm
Dist. Focal 35mm: 33 mm
Software: PhotoScape


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