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Joana Homem da Costa
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Animais/Jorge
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Animais/Jorge
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descrição
Vou ter que relembrar que:

"Todas as fotografias presentes nesta galeria são da minha autoria e estão protegidas por lei.
Quem, sem a minha autorização expressa, usar, publicar,contrafizer,violar os direitos de Autor e morais será sujeito a queixa-crime nos termos do Código dos Direitos de Autor, Direitos Conexos e Legislação em vigor nos respectivos países da infracção."

Não autorizo o uso das minhas fotos sem a minha autorização. Encontrei esta foto num blogue de alguém que não me pediu autorização para usar o foto, simplesmente a veio cá buscar.
Esperamos civismo dos outros e somos constantemente surpreendidos com comportamentos reprováveis de falta de respeito.
Perante o uso desta foto, ou outra foto, de forma indevida e sem a minha autorização passarei a tomar medidas legais.

_____________________________________________________
Tinha um “black dog”, mas um “black dog” daqueles que parece que nos persegue a todas as horas do dia, um “black dog” que foi aparecendo aos poucos, por inúmeros motivos e me deixou assim, acompanhada por um “black dog”.
(...)
Um dia mandei o “black dog” dar uma volta pelo bairro e enquanto aproveitava os momentos em que ele não estava presente um cão dourado entrou-me pela porta de casa e subiu a rampa. Um verdadeiro cão dourado, solitário, com manchas de óleo no pêlo e um ar perdido.

O cão dourado sentou-se ao pé de mim, pediu umas festas no focinho para compensar ter sido enxotado por uma vassoura da casa da vizinha. Ali ficámos os dois, sentados, com o mesmo ar perdido. Olhei para ele e disse-lhe que tinha mesmo ar de Jorge, e tinha, ele retribuiu o olhar e fitou-me de língua de fora.

Primeiro pensei que aquele cão dourado não era meu e devia ter o seu dono, de certeza, o meu cão era preto, um “black dog”, não fazia companhia nem olhava para mim com aquela expressão. Por isso mesmo mandei o Jorge seguir o seu caminho, disse-lhe que voltasse para o seu dono mas ele ali ficou, dia após dia acordava, abria a porta e lá estava o cão dourado com cara de Jorge a olhar para mim.
(...)
O “black dog” nunca mais voltou, e quando entra em mim um pouco de solidão, descontentamento olho para o Jorge e lembro-me que se ele se salvou, conseguiu encontrar o seu rumo depois de se perder, conseguiu encontrar um porto de abrigo depois de ter sido abandonado, conseguiu ser feliz depois de ser enxotado e desprezado, tudo é possível. Todos podemos trocar um “black dog” por um Jorge, o cão dourado.

http://algunsanosdepois.blogspot.com/2009/03/o-meu-cao-dourado.html
exif / informação técnica
Máquina: Canon
Modelo: Canon EOS 350D DIGITAL
Exposição: 1/100
Abertura: f/6.3
ISO: 200
MeteringMode: Average
Flash: Não
Dist.Focal: 173 mm

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Jorge
Vou ter que relembrar que:

"Todas as fotografias presentes nesta galeria são da minha autoria e estão protegidas por lei.
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Não autorizo o uso das minhas fotos sem a minha autorização. Encontrei esta foto num blogue de alguém que não me pediu autorização para usar o foto, simplesmente a veio cá buscar.
Esperamos civismo dos outros e somos constantemente surpreendidos com comportamentos reprováveis de falta de respeito.
Perante o uso desta foto, ou outra foto, de forma indevida e sem a minha autorização passarei a tomar medidas legais.

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Tinha um “black dog”, mas um “black dog” daqueles que parece que nos persegue a todas as horas do dia, um “black dog” que foi aparecendo aos poucos, por inúmeros motivos e me deixou assim, acompanhada por um “black dog”.
(...)
Um dia mandei o “black dog” dar uma volta pelo bairro e enquanto aproveitava os momentos em que ele não estava presente um cão dourado entrou-me pela porta de casa e subiu a rampa. Um verdadeiro cão dourado, solitário, com manchas de óleo no pêlo e um ar perdido.

O cão dourado sentou-se ao pé de mim, pediu umas festas no focinho para compensar ter sido enxotado por uma vassoura da casa da vizinha. Ali ficámos os dois, sentados, com o mesmo ar perdido. Olhei para ele e disse-lhe que tinha mesmo ar de Jorge, e tinha, ele retribuiu o olhar e fitou-me de língua de fora.

Primeiro pensei que aquele cão dourado não era meu e devia ter o seu dono, de certeza, o meu cão era preto, um “black dog”, não fazia companhia nem olhava para mim com aquela expressão. Por isso mesmo mandei o Jorge seguir o seu caminho, disse-lhe que voltasse para o seu dono mas ele ali ficou, dia após dia acordava, abria a porta e lá estava o cão dourado com cara de Jorge a olhar para mim.
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O “black dog” nunca mais voltou, e quando entra em mim um pouco de solidão, descontentamento olho para o Jorge e lembro-me que se ele se salvou, conseguiu encontrar o seu rumo depois de se perder, conseguiu encontrar um porto de abrigo depois de ter sido abandonado, conseguiu ser feliz depois de ser enxotado e desprezado, tudo é possível. Todos podemos trocar um “black dog” por um Jorge, o cão dourado.

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