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História/Museu do Aljube, Resistência e Liberdade
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Museu do Aljube, Resistência e Liberdade

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História

2018-10-02 20:11:19
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descrição
No vazio do espaço

Todos os cenários são possíveis, até os da alma, permitindo-nos portas abertas, quando do último sono.
A viagem que recomeça, no inverso, quando por força do maior sonho de alguém, se outorgam os sentimentos vazios, num espaço por cuidar das memórias, ainda em bruto, em pedra lacrada.
O espectáculo não tem hora marcada, nem se assemelha a algum poema escrito com a pena de um anjo.
A encenação é por algum desvario, um mote para se sentirem as oscilações das mãos, a servirem os mais ousados gestos da discórdia de si mesmas, nos preâmbulos de um círculo ainda por terminar.
A religião não serve os dedos das mãos, nem sabe como firmar-se na voz que chora, e nos olhos que se abandonam ao cenário imposto pela imortalidade de um sentimento opaco, sem lágrimas soltas no silêncio do espaço, que é nada mais do que um corpo, agora, terra e água e fogo.
A vida é tudo isto, quando nos deparamos com o pavor da verdadeira intenção de sermos só vida, a cuidar do jardim que respiramos.
Caem as pétalas no caminho e sopram ventos de madrugada, quando as arrastam segundo a ordem de uma lágrima presa ainda na noite.

Tudo são cenários tendo como pano de fundo, a morte de alguns versos a contracenarem com o corpo que dança segundo uma sinfonia de palavras soltas, como se o poema fosse a sua última desgarrada, a contracenar com a liberdade.

E o espírito sabe da vontade por detrás de todos os cenários inventados, e esmiuçados até à última lágrima que rolará no vazio do espaço.

ONIX(dm)
exif / informação técnica
Máquina: FUJIFILM
Modelo: FinePix S6500fd
Exposição: 1/58 sec
Exposição (EV+/-): 0 step
Abertura: f/2.8
ISO: 400
Dist.Focal: 6.2mm
Dist.Focal (35mm):
Software: PhotoScape

favorita de 25
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Esta foto não tem galardões
Museu do Aljube, Resistência e Liberdade
No vazio do espaço

Todos os cenários são possíveis, até os da alma, permitindo-nos portas abertas, quando do último sono.
A viagem que recomeça, no inverso, quando por força do maior sonho de alguém, se outorgam os sentimentos vazios, num espaço por cuidar das memórias, ainda em bruto, em pedra lacrada.
O espectáculo não tem hora marcada, nem se assemelha a algum poema escrito com a pena de um anjo.
A encenação é por algum desvario, um mote para se sentirem as oscilações das mãos, a servirem os mais ousados gestos da discórdia de si mesmas, nos preâmbulos de um círculo ainda por terminar.
A religião não serve os dedos das mãos, nem sabe como firmar-se na voz que chora, e nos olhos que se abandonam ao cenário imposto pela imortalidade de um sentimento opaco, sem lágrimas soltas no silêncio do espaço, que é nada mais do que um corpo, agora, terra e água e fogo.
A vida é tudo isto, quando nos deparamos com o pavor da verdadeira intenção de sermos só vida, a cuidar do jardim que respiramos.
Caem as pétalas no caminho e sopram ventos de madrugada, quando as arrastam segundo a ordem de uma lágrima presa ainda na noite.

Tudo são cenários tendo como pano de fundo, a morte de alguns versos a contracenarem com o corpo que dança segundo uma sinfonia de palavras soltas, como se o poema fosse a sua última desgarrada, a contracenar com a liberdade.

E o espírito sabe da vontade por detrás de todos os cenários inventados, e esmiuçados até à última lágrima que rolará no vazio do espaço.

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Tag’s: Museu do Aljube, Resistência e Liberdade,a contracenar com a liberdade,no vazio do espaço
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Exposição: 1/58 sec
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