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Outros/Oliveira - (Olea europea L.)
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Outros/Oliveira - (Olea europea L.)
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Oliveira - (Olea europea L.)

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Outros

2009-04-19 03:50:22
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Herdade do Pequito Velho - Alentejo

A Oliveira parece ter a sua origem na Ásia Menor. Sabe-se que era cultura frequente no Egipto há mais de 4000 anos. A sua difusão pela região mediterrânica foi facilitada pelas invasões e trocas comerciais que sempre se deram nesta região. No entanto terá sido com as invasões romanas que esta cultura conheceu a maior difusão.
É uma árvore que raras vezes atinge os 10 metros de altura na variedade europaea ou 15 metros na variedade sylvestris, de folha persistente. O porte é assim mediano, com um tronco que toma formas curvas, mais ou menos tortuosas, e uma copa que tem tendência para adensar, com lançamentos verticais que mais tarde pendem, formando uma copa esférica. O tronco é liso nos primeiros anos, pardo acinzentado, mas posteriormente ganha um tom pardo amarelado ligeiramente rugoso.

As folhas são verdes-acinzentadas, escuras na página superior e acinzentadas ou prateadas na página inferior, são lanceoladas (em forma do bico de uma lança) com um pequeno bico terminal, brilhantes e com a margem inteira. O comprimento é variável mas é comum atingirem os 6-8 cm de comprimento e largura muito variável, dependente da variedade. O pecíolo das folhas é curto e da zona da axila das folhas saem umas inflorescências em cacho com um número muito variável de flores, bissexuais poligâmicas com quatro pétalas bancas a amarelas pálidas que florescem de Junho a Agosto.

O papel da oliveira como produtora de azeite nas sociedades sempre foi importante, como o atestam inúmeros documentos antigos que existem nas principais zonas de produção. "Cultivada no Antigo Egipto há mais de quatro mil anos, os egípcios da VII Dinastia designavam-na por Tat; os gregos já a agricultavam no tempo de Homero; na Síria, desde o III milénio (.) o rei Salomão enviava azeite a Hirão I rei de Tiro, em troca de materiais e dos artesãos que destinava à construção do templo; Josué e Zorobabel já comercializavam azeite com as populações de Sidon e Tiro por troca de madeira dos cedros do Líbano; na Palestina, o rei David fá-la guardar por intendentes especiais e os oásis líbios povoam-se desta árvore de frutos nutritivos"

O ramo de oliveira é utilizado como símbolo cristão por a Bíblia referir que a pomba enviada por Noé trouxe um ramo de oliveira como anunciador da misericórdia divina.

in: http://www.naturlink.pt/canais/Artigo.asp?iArtigo=1651&iLingua=1


exif / informação técnica
Máquina: Canon
Modelo: Canon EOS 400D DIGITAL
Exposição: 1/125
Abertura: f/7.1
ISO: 200
MeteringMode: Partial
Flash: Não
Dist.Focal: 22 mm

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Oliveira - (Olea europea L.)
Herdade do Pequito Velho - Alentejo

A Oliveira parece ter a sua origem na Ásia Menor. Sabe-se que era cultura frequente no Egipto há mais de 4000 anos. A sua difusão pela região mediterrânica foi facilitada pelas invasões e trocas comerciais que sempre se deram nesta região. No entanto terá sido com as invasões romanas que esta cultura conheceu a maior difusão.
É uma árvore que raras vezes atinge os 10 metros de altura na variedade europaea ou 15 metros na variedade sylvestris, de folha persistente. O porte é assim mediano, com um tronco que toma formas curvas, mais ou menos tortuosas, e uma copa que tem tendência para adensar, com lançamentos verticais que mais tarde pendem, formando uma copa esférica. O tronco é liso nos primeiros anos, pardo acinzentado, mas posteriormente ganha um tom pardo amarelado ligeiramente rugoso.

As folhas são verdes-acinzentadas, escuras na página superior e acinzentadas ou prateadas na página inferior, são lanceoladas (em forma do bico de uma lança) com um pequeno bico terminal, brilhantes e com a margem inteira. O comprimento é variável mas é comum atingirem os 6-8 cm de comprimento e largura muito variável, dependente da variedade. O pecíolo das folhas é curto e da zona da axila das folhas saem umas inflorescências em cacho com um número muito variável de flores, bissexuais poligâmicas com quatro pétalas bancas a amarelas pálidas que florescem de Junho a Agosto.

O papel da oliveira como produtora de azeite nas sociedades sempre foi importante, como o atestam inúmeros documentos antigos que existem nas principais zonas de produção. "Cultivada no Antigo Egipto há mais de quatro mil anos, os egípcios da VII Dinastia designavam-na por Tat; os gregos já a agricultavam no tempo de Homero; na Síria, desde o III milénio (.) o rei Salomão enviava azeite a Hirão I rei de Tiro, em troca de materiais e dos artesãos que destinava à construção do templo; Josué e Zorobabel já comercializavam azeite com as populações de Sidon e Tiro por troca de madeira dos cedros do Líbano; na Palestina, o rei David fá-la guardar por intendentes especiais e os oásis líbios povoam-se desta árvore de frutos nutritivos"

O ramo de oliveira é utilizado como símbolo cristão por a Bíblia referir que a pomba enviada por Noé trouxe um ramo de oliveira como anunciador da misericórdia divina.

in: http://www.naturlink.pt/canais/Artigo.asp?iArtigo=1651&iLingua=1


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Máquina: Canon
Modelo: Canon EOS 400D DIGITAL
Exposição: 1/125
Abertura: f/7.1
ISO: 200
MeteringMode: Partial
Flash: Não
Dist.Focal: 22 mm