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Para o Nuno - ainda

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Outros

2005-03-10 01:49:09
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Eu sou cria da noite, da madrugada fria e nublada. Eu sou cria do medo, do tempo, do choro. Sou um filhote da solidão.
E embora eu seja um pequeno ser, fruto da desventura, tenho um sorriso doce, um olhar tranqüilo e mãos suaves, de dedos não muito longos, mas que esticam-se esperançosos na delicadeza das falanges e falangetas.
Eu sou cria dos versos, da poesia. Sou o que resta dos livros não lidos, dos textos não escritos. Sou um filhote de luz trêmula e amedrontada das velas em quartos longínquos, onde crianças têm medo de bicho-papão.
Ah... eu sou um pequeno nada. Um pequeno nunca. Uma completa ausência.
E ainda assim, eu sou a mais aguerrida esperança no amor que tenho a ti e que, acredito, tens a mim.
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Para o Nuno - ainda
Eu sou cria da noite, da madrugada fria e nublada. Eu sou cria do medo, do tempo, do choro. Sou um filhote da solidão.
E embora eu seja um pequeno ser, fruto da desventura, tenho um sorriso doce, um olhar tranqüilo e mãos suaves, de dedos não muito longos, mas que esticam-se esperançosos na delicadeza das falanges e falangetas.
Eu sou cria dos versos, da poesia. Sou o que resta dos livros não lidos, dos textos não escritos. Sou um filhote de luz trêmula e amedrontada das velas em quartos longínquos, onde crianças têm medo de bicho-papão.
Ah... eu sou um pequeno nada. Um pequeno nunca. Uma completa ausência.
E ainda assim, eu sou a mais aguerrida esperança no amor que tenho a ti e que, acredito, tens a mim.
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