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Gentes e Locais/Pavilhão Carlos Lopes - Pórtico nobre
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Gentes e Locais/Pavilhão Carlos Lopes - Pórtico nobre
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Pavilhão Carlos Lopes - Pórtico nobre

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Gentes e Locais

2007-03-02 23:39:30
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HISTÓRIA DO PAVILHÃO CARLOS LOPES

Durante a celebração do centésimo aniversário da independência do Brasil, Portugal esteve representado com vários pavilhões, entre eles, com um pavilhão idealizado pelos arquitectos Guilherme e Carlos Rebello de Andrade e Alfredo Assunção Santos, construído no nosso pais, onde se exibiram os produtos da Indústria Portuguesa, na Grande Exposição Internacional do Rio de Janeiro.

A inauguração do edifício ocorreu a 21 de Maio de 1923 – 9 meses após a abertura oficial do evento – tendo sido o único a merecer a visita do chefe de Estado Brasileiro Dr. Artur Bernardes.

A título de curiosidade registe-se que o hidro-avião «Santa Cruz» (onde Gago Coutinho e Sacadura Cabral realizaram a travessia do Atlântico) integrava os «Tesouros» então expostos no Pavilhão.

Reconstruído em Lisboa, por uma equipa de renome, supervisionada por o arquitecto Jorge Segurado, no local onde ainda hoje se encontra, o então Palácio das Exposições reabriu para a Grande Exposição Industrial Portuguesa, em 3 de Outubro de 1932.

Alvo de variadas intervenções e até mesmo ameaçado de demolição, com quase sete décadas de existência, este magnífico espaço da cidade, passou a desempenhar a função que mantém, adaptando-se em 1946, para receber o Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins em 1947.

O Pavilhão dos Desportos recentemente baptizado (27 de Agosto de 1984) com o nome de uma das figuras de proa do atletismo português e mundial Carlos Lopes, está implantado na Freguesia de S. Sebastião da Pedreira, na franja oriental do Parque Eduardo VII, inicialmente designado por Parque da Liberdade.

Os seus painéis de azulejos, as suas estátuas, as suas escadarias, são um importante património a defender.

Para além dos azulejos salientam-se ainda outros elementos decorativos de interesse, nomeadamente as duas estátuas em pedra, representando a Ciência e a Arte, obra de Raul Xavier (1935), e que se encontram a ladear o pórtico nobre.

A integração harmoniosa da sua arquitectura na paisagem verde, além de valorizar a cidade, é um constante desafio para o futuro.

Texto: Que se encontra junto ao pórtico nobre..

exif / informação técnica
Maquina: SONY�
Modelo: DSC-W100�
Exposição: 1/500 sec
Abertura: f 5.6
ISO: 125
MeteringMode: Multi-Segment
Flash: No Flash
Dist.Focal: 7.9 mm

NOTA:
O presente desta arquitectura recheada de obras de arte, quase me fizeram correr as lágrimas ao visita-la, é que o Pavilhão ao qual foi dado o nome do grande Campeão do Mundo e Olímpico de Atletismo, Carlos Lopes, se encontra abandonado e em grande estado de degradação, aos olhos dos cidadãos nacionais e estrangeiros que em elevado número por ali passam, quanto ao futuro não sei, mas é bem triste quando um país não preserva o seu património histórico e cultural.

POR FAVOR SALVEM O PAVILHÃO CARLOS LOPES
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Pavilhão Carlos Lopes - Pórtico nobre
HISTÓRIA DO PAVILHÃO CARLOS LOPES

Durante a celebração do centésimo aniversário da independência do Brasil, Portugal esteve representado com vários pavilhões, entre eles, com um pavilhão idealizado pelos arquitectos Guilherme e Carlos Rebello de Andrade e Alfredo Assunção Santos, construído no nosso pais, onde se exibiram os produtos da Indústria Portuguesa, na Grande Exposição Internacional do Rio de Janeiro.

A inauguração do edifício ocorreu a 21 de Maio de 1923 – 9 meses após a abertura oficial do evento – tendo sido o único a merecer a visita do chefe de Estado Brasileiro Dr. Artur Bernardes.

A título de curiosidade registe-se que o hidro-avião «Santa Cruz» (onde Gago Coutinho e Sacadura Cabral realizaram a travessia do Atlântico) integrava os «Tesouros» então expostos no Pavilhão.

Reconstruído em Lisboa, por uma equipa de renome, supervisionada por o arquitecto Jorge Segurado, no local onde ainda hoje se encontra, o então Palácio das Exposições reabriu para a Grande Exposição Industrial Portuguesa, em 3 de Outubro de 1932.

Alvo de variadas intervenções e até mesmo ameaçado de demolição, com quase sete décadas de existência, este magnífico espaço da cidade, passou a desempenhar a função que mantém, adaptando-se em 1946, para receber o Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins em 1947.

O Pavilhão dos Desportos recentemente baptizado (27 de Agosto de 1984) com o nome de uma das figuras de proa do atletismo português e mundial Carlos Lopes, está implantado na Freguesia de S. Sebastião da Pedreira, na franja oriental do Parque Eduardo VII, inicialmente designado por Parque da Liberdade.

Os seus painéis de azulejos, as suas estátuas, as suas escadarias, são um importante património a defender.

Para além dos azulejos salientam-se ainda outros elementos decorativos de interesse, nomeadamente as duas estátuas em pedra, representando a Ciência e a Arte, obra de Raul Xavier (1935), e que se encontram a ladear o pórtico nobre.

A integração harmoniosa da sua arquitectura na paisagem verde, além de valorizar a cidade, é um constante desafio para o futuro.

Texto: Que se encontra junto ao pórtico nobre..

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Exposição: 1/500 sec
Abertura: f 5.6
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Flash: No Flash
Dist.Focal: 7.9 mm

NOTA:
O presente desta arquitectura recheada de obras de arte, quase me fizeram correr as lágrimas ao visita-la, é que o Pavilhão ao qual foi dado o nome do grande Campeão do Mundo e Olímpico de Atletismo, Carlos Lopes, se encontra abandonado e em grande estado de degradação, aos olhos dos cidadãos nacionais e estrangeiros que em elevado número por ali passam, quanto ao futuro não sei, mas é bem triste quando um país não preserva o seu património histórico e cultural.

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