descrição
Quisera eu verso de borboletas a levitar delícias nos meus olhos, quisera eu palavras de asa branca em céu de jasmim, quisera eu poema de nuvens a chover pele e cio, mas, do que te mais quero, a delicada curva do teu corpo a entregar-se em ária de elegante desalinho, enquanto todo eu estremeço, sangro e morro… devagar.