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Outros/Um farol nas entranhas!
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Um farol nas entranhas!

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Outros

2012-03-28 14:30:05
comentários (51) galardões descrição exif favorita de (19)
descrição
Entro
E apanho
A autoestrada
Do desempenho
Prá veia
Grita alto
A alcateia
Chegou rápido
A boleia
Subo a correr
Para a drageia
Não perder
E em poucos instantes
Nada ficou
Como dantes
Passei
Por sonhos antigos
Para mim
Já perdidos
De quereres
Requeridos
Passei
Por males formados
Muito
Afortunados
Fortemente
Cortejados
Pelos meus
Antepassados
Passei por velhos pensamentos
Abortos
De outros tempos
Parcos
Em cumprimentos
Presos
De básicos movimentos
Perdidos
Nos ligamentos
Parei na biblioteca
Desta cabeça
Já careca
Mas no meio
De uma enxaqueca
Que me fez sentar
A ler uma revisteca
Revisitar
Aquela discoteca
Em que a adolescência
Grita heureca
Mal pude
Viajei novamente
Eufórico
E ardente
Mas com o destino
Bem presente
E ai de quem
Argumente
A quente
E
Calmamente
Cheguei por fim
À estação
Deste meu velho
Coração
Motor
Da minha
Corporação
Algo cansado
De tanta movimentação
Cheguei
Ao mais profundo de mim
E consegui
Assim
Acalmar tamanho
Frenesim
Desta vida turbulenta
E violenta
Como um berbequim
E repousar
Neste leito de cetim
Suspirar
Adormecer
Ao som de
Bandolim
E esquecer
Este Estado
De Caim

Poema da minha autoria!
Momento na cidade do Porto!
exif / informação técnica
Sem informações de EXIF
favorita de 19
galardões
  • galardão a nossa escolha
    a nossa
    escolha
  • galardão visitas
    1000
    visitas
  • galardão popular
    foto
    popular
Um farol nas entranhas!
Entro
E apanho
A autoestrada
Do desempenho
Prá veia
Grita alto
A alcateia
Chegou rápido
A boleia
Subo a correr
Para a drageia
Não perder
E em poucos instantes
Nada ficou
Como dantes
Passei
Por sonhos antigos
Para mim
Já perdidos
De quereres
Requeridos
Passei
Por males formados
Muito
Afortunados
Fortemente
Cortejados
Pelos meus
Antepassados
Passei por velhos pensamentos
Abortos
De outros tempos
Parcos
Em cumprimentos
Presos
De básicos movimentos
Perdidos
Nos ligamentos
Parei na biblioteca
Desta cabeça
Já careca
Mas no meio
De uma enxaqueca
Que me fez sentar
A ler uma revisteca
Revisitar
Aquela discoteca
Em que a adolescência
Grita heureca
Mal pude
Viajei novamente
Eufórico
E ardente
Mas com o destino
Bem presente
E ai de quem
Argumente
A quente
E
Calmamente
Cheguei por fim
À estação
Deste meu velho
Coração
Motor
Da minha
Corporação
Algo cansado
De tanta movimentação
Cheguei
Ao mais profundo de mim
E consegui
Assim
Acalmar tamanho
Frenesim
Desta vida turbulenta
E violenta
Como um berbequim
E repousar
Neste leito de cetim
Suspirar
Adormecer
Ao som de
Bandolim
E esquecer
Este Estado
De Caim

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