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Dolores Marques
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Abstrato/Universo feminino - Profundis
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Universo feminino - Profundis

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Abstrato

2016-12-20 00:03:59
comentários (57) galardões descrição exif favorita de (76)
descrição
PROFUNDIS...

Num círculo fechado, todos os olhos sucumbem perante a ordem estabelecida nos semicírculos de um poema sem voz.
Os versos choram, as rimas contraem-se, a cadência do verbo é imediata, mas não sujeita às variações atmosféricas na esfera do olhar.

PROFUNDIS…

Tu és o poema inabitável na cadeia onde habitam, sem rumo os olhares indefinidos.
À esquerda tocam-se as mãos ainda abertas.
À direita somam-se os dividendos, que, perante uma linha recta, fomentam a ambígua decadência da poesia nascida no alpendre dos sonhos.
No âmbito da geometria, todos os elementos se adiantam aos cálculos de uma errata imaginária, onde tudo se assemelha, mas nada se equipara a um poema nascido nas asas de uma borboleta.
Solto na boca, corre rios afora, adentra-se num fundo sem fundo…

Perante a etimologia do lago, a sublime ondulação é a perene circunferência, onde tudo se move, e nada se contrai à margem….leve, tão leve é a margem dos enganos.

A versátil visibilidade dos abutres, testemunho de um buraco negro profundo, listado nas asas de um falcão.

PROFUNDIS...
Tu és a minha loucura ainda viva

ÔNIX

https://www.youtube.com/watch?v=5GlBRBhEGu0
exif / informação técnica
Máquina: Canon
Modelo: Canon DIGITAL IXUS 95 IS
Exposição: 1/1 sec
Exposição (EV+/-): 0 step
Abertura: f/2.8
ISO: 100
Dist.Focal: 6.2mm
Dist.Focal (35mm):
Software: PhotoScape

favorita de 76
galardões
  • galardão popular
    foto
    popular
Universo feminino - Profundis
PROFUNDIS...

Num círculo fechado, todos os olhos sucumbem perante a ordem estabelecida nos semicírculos de um poema sem voz.
Os versos choram, as rimas contraem-se, a cadência do verbo é imediata, mas não sujeita às variações atmosféricas na esfera do olhar.

PROFUNDIS…

Tu és o poema inabitável na cadeia onde habitam, sem rumo os olhares indefinidos.
À esquerda tocam-se as mãos ainda abertas.
À direita somam-se os dividendos, que, perante uma linha recta, fomentam a ambígua decadência da poesia nascida no alpendre dos sonhos.
No âmbito da geometria, todos os elementos se adiantam aos cálculos de uma errata imaginária, onde tudo se assemelha, mas nada se equipara a um poema nascido nas asas de uma borboleta.
Solto na boca, corre rios afora, adentra-se num fundo sem fundo…

Perante a etimologia do lago, a sublime ondulação é a perene circunferência, onde tudo se move, e nada se contrai à margem….leve, tão leve é a margem dos enganos.

A versátil visibilidade dos abutres, testemunho de um buraco negro profundo, listado nas asas de um falcão.

PROFUNDIS...
Tu és a minha loucura ainda viva

ÔNIX

https://www.youtube.com/watch?v=5GlBRBhEGu0
Tag’s: universo feminino,profundis,ondulação,poema
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Máquina: Canon
Modelo: Canon DIGITAL IXUS 95 IS
Exposição: 1/1 sec
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Abertura: f/2.8
ISO: 100
Dist.Focal: 6.2mm
Dist.Focal (35mm):
Software: PhotoScape


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