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Paisagem Urbana/Vindo do passado... a cavar o futuro!
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Vindo do passado... a cavar o futuro!

fotografias > 

Paisagem Urbana

2011-04-18 09:49:48
comentários (120) galardões descrição exif favorita de (26)
descrição
Percebo a situação pelo andar
Fico preocupado só de pensar
Estou no meio desta Multidão
Sou mais um a cavar
Sem conseguir parar
Toda esta confusão

Sinto-me uma Marioneta a cambalear
Sou de pau, nem consigo falar
Ninguém me dá a mão
Estou a descer e a ficar
Cada vez com menos ar
Morro de solidão

Quando consigo é palrear
Mas há sempre quem me mande calar
Sou uma mera ilusão
Querem-me simplesmente isolar
Só mesmo só no meu lar
Até mesmo sem dinheiro para um simples pão

Passo como a Toupeira a escavar
E querem-me mentalizar
Entre tanta informação
Que o que esta a dar
Sem no entanto chorar
É claro a abnegação

Cheguei ao fundo e tento olhar
Com o último dinheiro tento comprar
Mas os bolsos vazios estão
Dou um simples passo sem respirar
Não consigo sequer mirar
No meio de tanta escuridão

O futuro é claro baixar
Tudo sem questionar
O que nos dá alguma satisfação
Para alguns viverem a gozar
Sem nunca borrar
A pintura da sua constelação


A descer para o Metro de São Bento - Porto
Na foto
http://olhares.aeiou.pt/AGSilva

Entrou na GP!
exif / informação técnica
Sem informações de EXIF
favorita de 26
galardões
  • galardão visitas
    1000
    visitas
  • galardão popular
    foto
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Vindo do passado... a cavar o futuro!
Percebo a situação pelo andar
Fico preocupado só de pensar
Estou no meio desta Multidão
Sou mais um a cavar
Sem conseguir parar
Toda esta confusão

Sinto-me uma Marioneta a cambalear
Sou de pau, nem consigo falar
Ninguém me dá a mão
Estou a descer e a ficar
Cada vez com menos ar
Morro de solidão

Quando consigo é palrear
Mas há sempre quem me mande calar
Sou uma mera ilusão
Querem-me simplesmente isolar
Só mesmo só no meu lar
Até mesmo sem dinheiro para um simples pão

Passo como a Toupeira a escavar
E querem-me mentalizar
Entre tanta informação
Que o que esta a dar
Sem no entanto chorar
É claro a abnegação

Cheguei ao fundo e tento olhar
Com o último dinheiro tento comprar
Mas os bolsos vazios estão
Dou um simples passo sem respirar
Não consigo sequer mirar
No meio de tanta escuridão

O futuro é claro baixar
Tudo sem questionar
O que nos dá alguma satisfação
Para alguns viverem a gozar
Sem nunca borrar
A pintura da sua constelação


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